Tecnologia

Rússia criou ‘fazenda de trolls’ para criticar Ucrânia na internet

Publicados

Tecnologia

Meta divulga relatório sobre ação russa
Unsplash/Dima Solomin

Meta divulga relatório sobre ação russa

A Rússia criou uma campanha massiva de desinformação para tentar forjar uma percepção de apoio online à invasão da Ucrânia, de acordo com o Relatório de Ameaças Adversas da Meta, divulgado nesta quinta-feira (4).

A empresa, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, afirma que descobriu uma “fazenda de trolls” em São Petersburgo. Nela, contas falsas tinham o objetivo de postar comentários pró-Rússia em conteúdo postado por influenciadores em diversas redes sociais.

De acordo com as análises da Meta, o movimento não conseguiu gerar um engajamento “autêntico substancial”, ou seja, pessoas reais não aderiram à campanha pró-Rússia.

A empresa estadunidense afirma que a campanha foi relacionada à Agência de Pesquisa de Internet da Rússia, mesmo órgão ligado à interferência eleitoral nos Estados Unidos e outros países desde 2016, através de campanhas online.

Leia Também:  Mudanças no IPTU geram debate entre vereador e empresário nas redes sociais

A Meta suspendeu 1.037 contas no Instagram e 45 no Facebook que estavam envolvidas com a campanha de desinformação. Além das plataformas da empresa, os comentários também aconteciam no TikTok, Twitter, YouTube e LinkedIn, além das redes sociais russas VKontakte e Odnoklassniki.


Fonte: IG TECNOLOGIA

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Tecnologia

Juíza nega pedido de Elon Musk em processo contra o Twitter

Publicados

em

Pedido de Elon Musk é negado por juíza
Steve Jurvetson/Flickr

Pedido de Elon Musk é negado por juíza

Um pedido da defesa de Elon Musk foi parcialmente negado nesta segunda-feira (15) pela juíza da Corte de Delaware, nos EUA, onde é travada a  guerra jurídica entre o bilionário e o Twitter em torno da  desistência dele de comprar a rede social por US$ 44 bilhões.

Os advogados de Musk pediram na semana passada que a juíza Kathaleen McCormick, responsável pelo caso , obrigasse o Twitter a indicar os nomes de seus empregados responsáveis pela avaliação de quanto da base de usuários do Twitter é formada por contas artificiais de spam ou robôs.

Musk acusou o Twitter de ocultar possíveis testemunhas-chave para sua linha de defesa no processo, no qual a rede social pede que a Justiça obrigue o empresário a cumprir o acordo de compra.

Nesta segunda-feira, a magistrada negou praticamente todo o pedido. Ela afirmou que o Twitter não precisava “coletar, revisar ou produzir documentos” de nenhum dos 22 funcionários que Musk requisitou, exceto um: Kayvon Beykpour, ex-diretor de Produto ao Consumidor do Twitter.

Beykpour foi o mais alto executivo na área de produto do Twitter por anos antes de ser demitido repentinamente pelo novo CEO da empresa, Parag Agrawal. Foi a equipe de Beykpour que mais diretamente foi responsável pela expansão da base de usuários do Twitter nos últimos anos, e é a qualidade dessa base que Musk questiona para abandonar o acordo de compra.

Os advogados de Musk haviam pedido à juíza do caso para forçar o Twitter a identificar os funcionários para que a defesa do bilionário pudesse ter acesso aos seus registros e questioná-los. Musk cancelou o acordo de compra da rede social alegando que a empresa não teria dado informações completas sobre a atuação de robôs (bots) entre os usuários a plataforma.

* Com agência Bloomberg News.


Fonte: IG TECNOLOGIA

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA