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Bombeiros e CIOPAER recebem Moção de Bravura do vereador Eduardo Magalhães

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Cuiabá

18/06/2024
Bombeiros e CIOPAER recebem Moção de Bravura do vereador Eduardo Magalhães
Na tarde de segunda-feira (17), na Câmara de Cuiabá, a cadela da raça golden retriever chamou a atenção, Maya estava com seu uniforme do Corpo de Bombeiros e recebeu a medalha da Moção de Bravura do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos).&nbsp
O motivo da homenagem, é que a “cachorrinha” fez parte da equipe que auxiliou durante 30 dias, o resgate de vítimas das enchentes do Rio Grande do Sul. Pelo odor, Maya conseguiu avisar aos oficiais o local aonde estavam as vítimas.
A tutora de Maya, a Sargento Daiane da Rocha Ribeiro, explica que onze militares do Corpo de Bombeiros participaram da missão, sendo mergulhadores, especialistas em salvamento terrestre, especialistas em salvamento em áreas devastadas e desastres e também operações com cães.&nbsp
“Nós fomos com dois cães de buscas, dois cães certificados, a Maya e a Bela. Atuamos por cerca de 30 dias no todo, contando o tempo de deslocamento até lá, e pudemos aí encontrar alguns integrantes de uma família que se encontravam desaparecidos, soterrados. Atuamos também na parte de salvamento, na cidade de Pelotas, cidade que ainda estava inundada”, diz Ribeiro.
O Major do Corpo de Bombeiros, Anderson Rodrigo da Silva, revela que o acionamento dos militares de Mato Grosso foi feito via “Ligabom” e a equipe de resgate conseguiu salvar&nbsp 44 pessoas com vida.
“A equipe passa por treinamento constante e está preparada para situações adversas, apesar que o do Rio Grande do Sul teve proporções enormes. E por isso foi necessário uma outra equipe, que deve permanecer&nbsp por mais 30 dias no Rio Grande do Sul”.
O capitão e piloto de avião do Corpo de Bombeiros, Lucas Moraes Calegara pontua que foram selecionados para a missão os profissionais mais bem preparados, seguindo a orientação do Governador de Mato Grosso.
“Nos deslocamos com uma aeronave e com uma viatura de apoio solo. Nós tivemos a oportunidade de ajudar diretamente mais de 40 pessoas, e&nbsp levamos muito alimento para ser consumido instantaneamente, levamos muita cesta básica, e água. A&nbsp corporação esta preparada para atender a sociedade, independente da calamidade que estiver ocorrendo”.
O evento também contou com a apresentação de dança dos membros do Centro de Tradições Gaúchas Velha Querência, em forma de agradecimento aos oficiais pelo trabalho prestado.&nbsp O CTG também foi ponto de coleta de doações e enviaram 22 caminhões com donativos para a região Sul.&nbsp
O vereador Eduardo Magalhães durante seu discurso, ressaltou&nbsp a solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, prestado por Mato Grosso.
“O gesto mais nobre, é dedicar sua vida, em prol de outra visa. O auxílio dos nossos bravos bombeiros e equipe do CIOPAER foi primordial para ajudar nas operações de resgate e assistência às vítimas do temporal que ainda assola o estado gaúcho”, afirmou Magalhães.

Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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