MATO GROSSO ELEIÇÕES 2026
Eleições 2026 colocam Mato Grosso diante de uma disputa pelo comando do Estado
Cidades
A eleição para governador de Mato Grosso já está na rua. Os candidatos estão definidos e, daqui para frente, começa aquela fase em que o eleitor vai ouvir muita promessa, muita crítica, muita comparação e, principalmente, vai precisar prestar atenção.
Para 2026, cinco nomes estão na disputa pelo comando do Estado: Doutora Natasha, Maurício Coelho, Otaviano Pivetta, Rafaell Milas e Wellington Fagundes.
E olha, ainda é cedo para dizer que alguém já ganhou ou perdeu essa eleição.
Uma pesquisa divulgada neste mês mostra Wellington Fagundes aparecendo na frente, com Otaviano Pivetta logo atrás. Mas pesquisa, nessa altura do campeonato, serve muito mais para mostrar como está o momento do que para dizer como será o resultado das urnas.
Tem muita estrada pela frente.
Dois nomes já conhecidos do eleitor
De um lado está Otaviano Pivetta, atual governador de Mato Grosso, que tenta continuar no comando do Estado.
Do outro, Wellington Fagundes, senador e nome conhecido da política mato-grossense, que entra na disputa tentando justamente ocupar o lugar que hoje pertence a Pivetta.
Os dois carregam experiência política e estruturas partidárias importantes.
Mas a eleição não será feita somente por eles.
Doutora Natasha, Maurício Coelho e Rafaell Milas também estão na disputa, e cada candidatura vai tentar encontrar seu espaço durante a campanha.
E é aí que a eleição começa a ficar interessante.
O eleitor do interior também quer ser ouvido
Mato Grosso não é só Cuiabá.
Quem vive em Rondonópolis tem suas preocupações. Quem está em Sinop tem outras. Quem mora em Cáceres, Alta Floresta, Barra do Garças, Tangará da Serra, Sorriso, Primavera do Leste ou em qualquer outro município também tem suas próprias necessidades.
Tem gente esperando por atendimento na saúde.
Tem gente preocupada com estrada.
Tem trabalhador procurando emprego.
Tem produtor querendo segurança para produzir.
Tem família esperando uma escola melhor para os filhos.
E tem muita gente querendo saber onde o dinheiro público está sendo aplicado.
Por isso, durante essa campanha, mais importante do que ficar olhando somente para quem aparece na frente das pesquisas será observar o que cada candidato está propondo para Mato Grosso.
E a pergunta que fica é simples
Qual Mato Grosso o eleitor quer para os próximos quatro anos?
Essa talvez seja a principal pergunta dessa eleição.
Não é apenas escolher um nome.
É escolher quem vai administrar o dinheiro público, definir prioridades, comandar as políticas de saúde e educação, cuidar das estradas, trabalhar pela segurança e tomar decisões que vão mexer diretamente com a vida de milhões de pessoas.
E tem uma coisa que não pode ser esquecida:
promessa de campanha todo mundo sabe fazer.
O desafio é saber quem realmente tem condições de transformar promessa em resultado.
Ainda tem muita coisa para acontecer
A campanha está apenas começando.
Até outubro, os candidatos ainda vão percorrer municípios, conversar com eleitores, participar de debates, apresentar propostas e tentar convencer quem ainda não decidiu seu voto.
E muita coisa pode mudar nesse caminho.
Por isso, o Foco Nosso vai acompanhar essa eleição olhando para aquilo que interessa para quem está aqui em Mato Grosso.
Sem torcida.
Sem escolher candidato.
Sem transformar política em briga de internet.
A ideia é simples: mostrar os fatos, ouvir os lados e deixar o eleitor tirar suas próprias conclusões.
Porque o governador eleito vai passar quatro anos tomando decisões que vão afetar a vida de todos nós.
E quando chegar o dia de apertar o botão da urna, a escolha será de cada eleitor.
Esse é o nosso Foco.
O futuro de Mato Grosso também está nas nossas mãos.
WebTV Mato Grosso — informação daqui, do jeito que a gente entende.
Cidades
Jornalistas se reúnem em Rondonópolis para discutir os desafios da profissão e fortalecer a categoria
Encontro reuniu profissionais experientes, novos jornalistas, universidade e sindicato e colocou em pauta a criação de uma subsede do SINDJOR-MT no município
Quem vive de notícia sabe: o jornalismo mudou — e mudou muito.
Do tempo em que rádio, jornal impresso e televisão eram as principais vitrines da informação à velocidade dos portais, celulares e redes sociais, a forma de produzir e consumir notícias se transformou completamente. Mas uma coisa continua a mesma: por trás de cada informação existe um profissional responsável por apurar, conferir, ouvir os envolvidos e colocar o próprio nome naquilo que publica.

Cerca de trinta jornalistas e comunicadores estiveram presentes
Foi dessa realidade que jornalistas de diferentes gerações se reuniram em Rondonópolis para conversar sobre o presente e, principalmente, sobre os caminhos que a profissão precisa seguir daqui para frente.
Uma palestra que aproximou quem já acumula décadas de experiência de quem está chegando agora ao mercado. Entre os participantes estavam o professor Lawrenberg Advíncula, coordenador do curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat); o jornalista Lucas Perrone, um dos profissionais com longa trajetória na imprensa e que compartilhou experiências vividas ao longo da carreira, especialmente os desafios enfrentados por quem trabalha na imprensa local; além de Itamar Perenha, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (SINDJOR-MT).
Durante a conversa, outros profissionais fizeram uso da palavra e ajudaram a construir o debate. Eduardo Ramos, Marcelo Marreta, Isabel Torres, Débora Camila, Edileusa e William Moreira compartilharam experiências, lembranças e diferentes momentos de suas trajetórias no jornalismo.
De um lado estavam os veteranos, do outro estavam os “focas” — expressão tradicionalmente utilizada no jornalismo para identificar aqueles que estão dando os primeiros passos na profissão.
EXPERIÊNCIA E NOVOS CAMINHOS
Mais do que falar sobre as mudanças tecnológicas, o encontro mostrou a importância de aproximar profissionais que, apesar de estarem em momentos diferentes da carreira, enfrentam muitos dos mesmos desafios.
A rotina mudou. As ferramentas mudaram. A velocidade aumentou. Mas a responsabilidade de informar continua sendo uma das principais marcas da profissão.
E foi justamente dessa aproximação entre diferentes gerações que surgiu uma proposta concreta: a criação de uma subsede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso em Rondonópolis.
A ideia encabeçada por Cristóvão Alves Rossana Arruda e Macsuel é aproximar ainda mais o SINDJOR-MT dos profissionais que atuam no município e na região, criando um espaço de representação mais próximo da realidade enfrentada pelos jornalistas do interior.
Para quem está começando, significa ter mais proximidade com a entidade que representa a categoria. Para quem já está na estrada há anos, representa a possibilidade de fortalecer uma estrutura de organização profissional construída ao longo do tempo.
No fim das contas, o encontro mostrou que, independentemente de quando cada um começou no jornalismo, existe algo que continua unindo todas essas gerações: a vontade de contar histórias, levar informação à sociedade e defender a importância de um jornalismo responsável e próximo das pessoas.
A proposta de aproximação entre sindicato e profissionais de Rondonópolis agora abre um novo capítulo para a categoria no município e na região.
