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Presidente Chico 2000 reconhece trabalho da PM e homenageia 38 comandantes

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Cuiabá

17/04/2024
Presidente Chico 2000 reconhece trabalho da PM e homenageia 38 comandantes
Em sessão solene, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Chico 2000 (PL), homenageou 38 comandantes da Polícia Militar, na noite de terça-feira (16.04) no Plenário das Deliberações. De acordo com o vereador, este foi um reconhecimento pelos trabalhos desenvolvidos pela corporação, promovendo a diferença nas ruas, com a redução dos índices de criminalidade.&nbsp
“É visível a redução da violência em nossa cidade. Podemos comprovar isso com os índices do Carnaval em comparação com o mesmo período do ano anterior, e isso se dá à atuação segura, rígida e firme da gloriosa Polícia Militar do nosso estado. A gente sabe que é obrigação de todos cumprirem as suas funções com eficiência, mas também é obrigação nossa reconhecer isso, e ao reconhecermos, nós os incentivamos a cada vez entregar uma segurança melhor para a sociedade cuiabana. Tenho certeza plena do avanço que houve, e a evidência disso está na redução da criminalidade em nossa cidade e no nosso estado”, argumentou ele.
O subchefe de Estado Maior da Polícia Militar, coronel PM José Nildo, destacou que a homenagem proposta pelo vereador Chico 2000 engradece a Polícia Militar e a honraria é o reconhecimento da eficiência e compromisso no trabalho realizado.&nbsp
“É uma honra para mim receber essa homenagem, juntamente com os outros policiais que estão aqui. Na verdade, nós estamos representando os quase 7 mil policiais da instituição que fazem esse serviço para a sociedade. Quando nós estivemos aqui, junto com o comandante-geral, após o Carnaval para fazer uma prestação de conta do serviço que tinha sido feito, de um policiamento bem sucedido, na verdade nós estamos aqui representando todos os dados que foram feitos e desempenhados por toda essa tropa da Polícia Militar de Mato Grosso, que está nos 141 municípios desse estado”.&nbsp
O comandante do Comando Regional de Cuiabá, coronel PM Wankley Rodrigues, disse que a tropa e os líderes da corporação se sentem prestigiados com o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela Polícia Militar no Estado.
“Nós estamos aqui com todos os comandantes da nossa capital, que representam os nossos policiais que estão diuturnamente atuando aqui na capital. Nós ficamos felizes com o reconhecimento e colocamos sempre a Polícia Militar à disposição da sociedade e da própria Câmara Municipal”.&nbsp
Para o comandante do Comando Especializado da Polícia Militar de Mato Grosso, Antônio Gilvando de Souza, a homenagem e o reconhecimento da Câmara de Cuiabá deixam o sentimento de retorno ao trabalho que eles desempenham em prol da sociedade.&nbsp
“Dá mais ânimo para nós, policiais militares, em continuar fazendo o nosso trabalho de servir e proteger à sociedade. Nós, como os comandantes, estamos representando mais de 600 policiais que estão sob nosso comando. Podem confiar na Polícia Militar”.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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