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Vereador Dídimo Vovô propõe mudanças no rito das sessões da Câmara

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Cuiabá

07/02/2025
Vereador Dídimo Vovô propõe mudanças no rito das sessões da Câmara

Da Assessoria – Vereador Didimo Vovô&nbsp

O vereador Dídimo Vovô (PSB) apresentou, na manhã desta quinta-feira, 6 de fevereiro, uma sugestão de mudanças na forma de apresentação e condução dos ritos das sessões ordinárias do Legislativo cuiabano.
Entre as propostas, Dídimo sugeriu que a Mesa Diretora amplie o número de inscritos para o uso da tribuna, que atualmente é limitado a 10 vereadores. Segundo ele, esse número deveria ser, no mínimo, 12, levando em consideração o aumento no total de cadeiras na Câmara, que neste ano passou a contar com 27 parlamentares.
O vereador também destacou a necessidade de rever o tempo de fala de cada legislador. Atualmente, cada parlamentar dispõe de seis minutos, com a possibilidade de solicitar um minuto extra para concluir seu raciocínio. Para Dídimo, esse tempo poderia ser ampliado para oito ou até dez minutos.
“Às vezes, seis minutos são insuficientes para concluirmos um raciocínio. Mesmo quando a presidência nos concede um minuto adicional, ainda falta tempo para enfatizar nossas ideias e nos fazermos entender plenamente, especialmente para aqueles que nos acompanham pelas redes sociais e pela TV Câmara no YouTube”, ressaltou.
Durante sua fala, Dídimo fez um aparte a pedido do vereador Dilemário Alencar (União Brasil), que parabenizou a iniciativa e lembrou de tempos em que havia mais espaço para debates na tribuna. Alencar destacou que, no passado, os vereadores tinham mais tempo para expressar opiniões e discutir os projetos apresentados nas pautas.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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