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Vereador Eduardo Magalhães quer revogar cobrança da taxa de lixo em Cuiabá

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Cuiabá

16/10/2024
Vereador Eduardo Magalhães quer revogar cobrança da taxa de lixo em Cuiabá
Se depender do empenho do vereador Eduardo Magalhães (Republicanos) dois projetos de autoria do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) que mexem diretamente no bolso do povo cuiabano, serão revogados: o empréstimo de R$ 139 milhões com o Banco do Brasil e a taxa do lixo.&nbsp Durante sessão ordinária na Câmara Municipal na manhã desta terça-feira (15), o parlamentar disse que a cobrança da taxa significa um ato de grande irresponsabilidade com a população.&nbsp
“E para acabar de piorar, o prefeito ainda determinou, por meio de um decreto, que a cobrança seja retroativa. Então, todos nós fomos surpreendidos com o valor da conta dágua deste mês, onde está inclusa a cobrança de três meses anteriores”, contestou.
O vereador disse que além de tudo, as pessoas estão revoltadas pois estão pagando por um serviço que não existe, que não funciona.&nbsp Alguns bairros mais distantes, sequer estão recebendo o serviço. Está ocorrendo uma demora muito grande para se fazer a coleta na cidade, isso porque o salário dos garis está atrasado. Há relatos de que faz três meses que não recebem pagamento”, denunciou Magalhães ao concluir que se os garis não estão recebendo e a coleta não está sendo feita, então já passou da hora de acabar com a cobrança da taxa.&nbsp
“Nós vamos continuar tentando derrubar esse decreto que o prefeito colocou da cobrança retroativa. Nossa equipe jurídica está estudando a legalidade para que a Câmara possa derrubar o decreto o mais rápido possível”, garantiu o vereador.
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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