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Política

Comissão de Segurança Pública visitará sistema prisional em quatro cidades

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Política

A Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou reunião ordinária nesta terça-feira (11) e apreciaram oito projetos de leis. Os membros da Comissão aprovaram visitas ao sistema prisional dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Barra do Bugres para esse primeiro semestre do ano.

“A Comissão vai tomar ciência e ver de perto essa questão dos mercadinhos dentro dos presídios para que possamos buscar entendimentos sobre a real viabilidade ou não do comercio de produtos dentro das unidades prisionais”, afirmou o presidente da Comissão de Segurança, deputado Elizeu Nascimento (PL).

Elizeu Nascimento também destacou a importância das discussões sobre a segurança da fronteira internacional Brasil-Bolívia. “Há uma necessidade gritante de um fortalecimento do policiamento na fronteira. O exército realmente tem que estar presente na fronteira seca, para poder ajudar, principalmente, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), que tem feito esse enfrentamento contra o crime organizado, contra o tráfico internacional de drogas, que tem dominado, através das facções, os estados do Brasil”, complementou o parlamentar.

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O Projeto de Lei nº 213/2023, de autoria do deputado Wilson Santos (PSD), que trata sobre a obrigatoriedade de instalação de câmeras de vigilância no interior de viaturas, aeronaves, embarcações, fardas e/ou capacetes dos policiais de Mato Grosso foi retirado de pauta.

De acordo com Wilson Santos o PL foi retirado de pauta para abrir discussão em audiência pública e trazer envolvidos nessas questões com experiências de sucesso em outros estados na redução do nível de violência e apresentação dos fatos reais sem edição.

“Decidimos na Comissão que faremos uma audiência pública ou quem sabe um seminário no segundo semestre deste ano, trazendo todos os atores envolvidos nessa questão, os que são favoráveis, os que são neutros, os que são contrários, para que a gente possa trazer mais luzes sobre esse tema e decidir. A minha posição continua a mesma. Eu sou a favor de dar à Polícia Militar de Mato Grosso esse presente, uma ferramenta tecnológica utilizada pelas principais policiais mundiais e visa, particularmente, resguardar o policial e comprovar a correta abordagem, preservando a ação e as provas nelas colhidas. Prática que já é realidade nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro”, enfatizou Wilson.

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Também participaram da reunião da Comissão os deputados Júlio Campos (União Brasil) e Chico Guarnieri (PRD).

A próxima reunião da Comissão está marcada para o dia 15 de abril, às 10h, na sala 226, “Deputada Sarita Baracat”.

Fonte: ALMT – MT

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Cidades

Eleições 2026 colocam Mato Grosso diante de uma disputa pelo comando do Estado

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A eleição para governador de Mato Grosso já está na rua. Os candidatos estão definidos e, daqui para frente, começa aquela fase em que o eleitor vai ouvir muita promessa, muita crítica, muita comparação e, principalmente, vai precisar prestar atenção.

Para 2026, cinco nomes estão na disputa pelo comando do Estado: Doutora Natasha, Maurício Coelho, Otaviano Pivetta, Rafaell Milas e Wellington Fagundes.

E olha, ainda é cedo para dizer que alguém já ganhou ou perdeu essa eleição.

Uma pesquisa divulgada neste mês mostra Wellington Fagundes aparecendo na frente, com Otaviano Pivetta logo atrás. Mas pesquisa, nessa altura do campeonato, serve muito mais para mostrar como está o momento do que para dizer como será o resultado das urnas.

Tem muita estrada pela frente.

Dois nomes já conhecidos do eleitor

De um lado está Otaviano Pivetta, atual governador de Mato Grosso, que tenta continuar no comando do Estado.

Do outro, Wellington Fagundes, senador e nome conhecido da política mato-grossense, que entra na disputa tentando justamente ocupar o lugar que hoje pertence a Pivetta.

Os dois carregam experiência política e estruturas partidárias importantes.

Mas a eleição não será feita somente por eles.

Doutora Natasha, Maurício Coelho e Rafaell Milas também estão na disputa, e cada candidatura vai tentar encontrar seu espaço durante a campanha.

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E é aí que a eleição começa a ficar interessante.

O eleitor do interior também quer ser ouvido

Mato Grosso não é só Cuiabá.

Quem vive em Rondonópolis tem suas preocupações. Quem está em Sinop tem outras. Quem mora em Cáceres, Alta Floresta, Barra do Garças, Tangará da Serra, Sorriso, Primavera do Leste ou em qualquer outro município também tem suas próprias necessidades.

Tem gente esperando por atendimento na saúde.

Tem gente preocupada com estrada.

Tem trabalhador procurando emprego.

Tem produtor querendo segurança para produzir.

Tem família esperando uma escola melhor para os filhos.

E tem muita gente querendo saber onde o dinheiro público está sendo aplicado.

Por isso, durante essa campanha, mais importante do que ficar olhando somente para quem aparece na frente das pesquisas será observar o que cada candidato está propondo para Mato Grosso.

E a pergunta que fica é simples

Qual Mato Grosso o eleitor quer para os próximos quatro anos?

Essa talvez seja a principal pergunta dessa eleição.

Não é apenas escolher um nome.

É escolher quem vai administrar o dinheiro público, definir prioridades, comandar as políticas de saúde e educação, cuidar das estradas, trabalhar pela segurança e tomar decisões que vão mexer diretamente com a vida de milhões de pessoas.

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E tem uma coisa que não pode ser esquecida:

promessa de campanha todo mundo sabe fazer.

O desafio é saber quem realmente tem condições de transformar promessa em resultado.

Ainda tem muita coisa para acontecer

A campanha está apenas começando.

Até outubro, os candidatos ainda vão percorrer municípios, conversar com eleitores, participar de debates, apresentar propostas e tentar convencer quem ainda não decidiu seu voto.

E muita coisa pode mudar nesse caminho.

Por isso, o Foco Nosso vai acompanhar essa eleição olhando para aquilo que interessa para quem está aqui em Mato Grosso.

Sem torcida.

Sem escolher candidato.

Sem transformar política em briga de internet.

A ideia é simples: mostrar os fatos, ouvir os lados e deixar o eleitor tirar suas próprias conclusões.

Porque o governador eleito vai passar quatro anos tomando decisões que vão afetar a vida de todos nós.

E quando chegar o dia de apertar o botão da urna, a escolha será de cada eleitor.

Esse é o nosso Foco.
O futuro de Mato Grosso também está nas nossas mãos.

WebTV Mato Grosso — informação daqui, do jeito que a gente entende.

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