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Rondonópolis

Crianças matriculadas na Escola Altamirando serão remanejadas

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O secretário municipal de Educação, Carlos Alberto Pereira Junior, anunciou nesta terça-feira (21) que os alunos matriculados na Escola Municipal Altamirando, no Parque das Rosas, serão remanejados para outras escolas que estejam na proximidade das residências dessas crianças. A decisão foi tomada em função que a nova escola foi inaugurada pelo ex-prefeito Zé Carlos do Pátio mesmo estando com obras inacabadas.

Carlos Junior justifica que grande parte das salas de aula não foi concluída na Escola Municipal Altamirando, inaugurada pela gestão anterior no dia 16 de dezembro passado. Além disso, está com obras da área esportiva inacabadas, a ponto de não poderem ser entregues, segundo a própria construtora, antes de março de 2025. Para piorar, apontou que falta a mobília na escola, considerando que o processo licitatório não pode ser efetuado em um curto prazo.

Diante do remanejamento, o secretário explica que, havendo vaga, dentre as escolas, busca-se priorizar o atendimento de algumas turmas na Escola Renilda, na Coophalis, além de unidades como a Escola Gleba Dom Bosco, a Escola Terezinha Silva de Souza, no Alfredo de Castro, a Escola Municipal Daniel Paulista, no Residencial Margaridas, e a Escola Bonifácio Sachetti, no Parque São Jorge.

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Caso os pais optem por outra escola mais centralizada, o Município também está disposto a verificar a possibilidade de vaga e matrícula da criança, nesse caso na Escola Dom Wunilbado.

A Secretaria Municipal de Educação recorda que a matrícula em alguma dessas escolas está condicionada à capacidade de lotação, mas que está comprometida em encontrar uma vaga no Município. “Nenhuma criança ficará sem ser atendida”, afirmou Carlos Junior.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Cidades

Jornalistas se reúnem em Rondonópolis para discutir os desafios da profissão e fortalecer a categoria

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Encontro reuniu profissionais experientes, novos jornalistas, universidade e sindicato e colocou em pauta a criação de uma subsede do SINDJOR-MT no município

Quem vive de notícia sabe: o jornalismo mudou — e mudou muito.

Do tempo em que rádio, jornal impresso e televisão eram as principais vitrines da informação à velocidade dos portais, celulares e redes sociais, a forma de produzir e consumir notícias se transformou completamente. Mas uma coisa continua a mesma: por trás de cada informação existe um profissional responsável por apurar, conferir, ouvir os envolvidos e colocar o próprio nome naquilo que publica.

Cerca de trinta jornalistas e comunicadores estiveram presentes

Foi  dessa realidade que jornalistas de diferentes gerações se reuniram em Rondonópolis para conversar sobre o presente e, principalmente, sobre os caminhos que a profissão precisa seguir daqui para frente.

Uma palestra que aproximou quem já acumula décadas de experiência de quem está chegando agora ao mercado. Entre os participantes estavam o professor Lawrenberg Advíncula, coordenador do curso de Jornalismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat); o jornalista Lucas Perrone, um dos profissionais com longa trajetória na imprensa e que compartilhou experiências vividas ao longo da carreira, especialmente os desafios enfrentados por quem trabalha na imprensa local; além de Itamar Perenha, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (SINDJOR-MT).

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Durante a conversa, outros profissionais fizeram uso da palavra e ajudaram a construir o debate. Eduardo Ramos, Marcelo Marreta, Isabel Torres, Débora Camila, Edileusa e William Moreira compartilharam experiências, lembranças e diferentes momentos de suas trajetórias no jornalismo.

De um lado estavam os veteranos, do outro estavam os “focas” — expressão tradicionalmente utilizada no jornalismo para identificar aqueles que estão dando os primeiros passos na profissão.

EXPERIÊNCIA E NOVOS CAMINHOS

Mais do que falar sobre as mudanças tecnológicas, o encontro mostrou a importância de aproximar profissionais que, apesar de estarem em momentos diferentes da carreira, enfrentam muitos dos mesmos desafios.

A rotina mudou. As ferramentas mudaram. A velocidade aumentou. Mas a responsabilidade de informar continua sendo uma das principais marcas da profissão.

E foi justamente dessa aproximação entre diferentes gerações que surgiu uma proposta concreta: a criação de uma subsede do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso em Rondonópolis.

A ideia  encabeçada por Cristóvão Alves Rossana Arruda e Macsuel é aproximar ainda mais o SINDJOR-MT dos profissionais que atuam no município e na região, criando um espaço de representação mais próximo da realidade enfrentada pelos jornalistas do interior.

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Para quem está começando, significa ter mais proximidade com a entidade que representa a categoria. Para quem já está na estrada há anos, representa a possibilidade de fortalecer uma estrutura de organização profissional construída ao longo do tempo.

No fim das contas, o encontro mostrou que, independentemente de quando cada um começou no jornalismo, existe algo que continua unindo todas essas gerações: a vontade de contar histórias, levar informação à sociedade e defender a importância de um jornalismo responsável e próximo das pessoas.

A proposta de aproximação entre sindicato e profissionais de Rondonópolis agora abre um novo capítulo para a categoria no município e na região.

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