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Saúde

No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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Prefeitura entrega 2,5 mil kits pedagógicos e reforça apoio aos professores da rede municipal

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VALORIZAÇÃO QUE CHEGA À SALA DE AULA: PROFESSORES DA REDE MUNICIPAL RECEBEM KITS DE APOIO PEDAGÓGICO EM RONDONÓPOLIS

Kit material didático fornecido aos professores de educação municipal pela prefeitura Foto: Cristóvão Alves Web Tv Mato Grosso


Quem vive a rotina da educação sabe que ensinar vai muito além de entrar em sala de aula. O trabalho do professor começa antes do primeiro sinal tocar e continua mesmo depois que os alunos voltam para casa. Planejamento, correção de atividades, elaboração de conteúdos e organização das aulas fazem parte de uma rotina que exige dedicação diária e ferramentas adequadas.
Pensando nisso, a Prefeitura de Rondonópolis iniciou a entrega de 2.500 kits de materiais de apoio pedagógico destinados aos profissionais da rede municipal de ensino. A iniciativa contempla professores efetivos e contratados e busca oferecer mais suporte para o desenvolvimento das atividades educacionais ao longo do ano letivo.
Os kits são compostos por 17 itens utilizados no dia a dia das escolas, incluindo cadernos, canetas, lápis, pincéis para quadro branco, papel A4 e bolsa para transporte dos materiais. Embora simples à primeira vista, os itens representam um importante reforço para quem está na linha de frente da educação pública.

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A entrega também simboliza um reconhecimento ao trabalho desempenhado pelos educadores. Em muitas situações, professores acabam utilizando recursos próprios para adquirir materiais necessários à preparação das aulas. Com a distribuição dos kits, a expectativa é reduzir esses custos e proporcionar melhores condições para o exercício da profissão.
O benefício não se limita aos profissionais. Quando o professor dispõe de mais recursos para planejar e executar suas atividades, os reflexos chegam diretamente aos estudantes. Aulas mais organizadas, materiais preparados com antecedência e um ambiente pedagógico mais estruturado contribuem para fortalecer o processo de aprendizagem.
A ação integra uma série de investimentos realizados pela administração municipal na área da educação. Neste ano, a Prefeitura também promoveu a entrega de kits escolares completos aos alunos da rede municipal, além de uniformes, mochilas e materiais didáticos.
Mais do que a distribuição de materiais, a iniciativa reforça a importância da valorização dos profissionais responsáveis pela formação das futuras gerações. Afinal, investir em educação é investir diretamente no desenvolvimento da cidade e no futuro de milhares de crianças e jovens rondonopolitanos.
Enquanto os kits chegam às mãos dos professores, a expectativa é que o conteúdo entregue dentro de cada bolsa se transforme em conhecimento, oportunidades e melhores resultados dentro das salas de aula de Rondonópolis.

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Nas informações divulgadas até o momento, a Prefeitura de Rondonópolis não informou publicamente o valor total ou unificado  do investido na aquisição dos 2.500 kits destinados aos professores. Para complementar a matéria, aguardamos e abrimos um espaço oficial à Secretaria Municipal de Educação ou à assessoria de comunicação do município para repassar a informação aos nossos leitores e seguidores sobre o montante investido e o valor médio de cada kit.  

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