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RONDONÓPOLIS NA MIRA DA LEI SECA

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Cinco motoristas foram parar na delegacia por embriaguez ao volante durante a 5ª edição da Operação Lei Seca, realizada na noite desta sexta-feira (17), em Rondonópolis.

 

A fiscalização aconteceu na Avenida Júlio Campos, região do bairro Sagrada Família, e escancarou um cenário preocupante nas ruas da cidade.

 Números da operação:

  • 71 veículos abordados
  • 62 autos de infração
  • 54 veículos autuados
  • 27 veículos removidos (13 carros e 14 motos)

 Irregularidades mais registradas:

  • 6 motoristas dirigindo sob efeito de álcool
  • 7 recusas ao teste do bafômetro
  • 11 condutores sem CNH
  • 20 veículos sem documentação regular

 A ação foi integrada e contou com equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Detran, Politec, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros e Semob.

 Resumo da situação:
Mesmo com fiscalização intensificada, ainda tem motorista arriscando a própria vida e a dos outros nas ruas de Rondonópolis. A Lei Seca segue firme — e quem insiste no erro, acaba respondendo na Justiça.

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UFR reage a fake news e leva caso à Justiça: “A verdade precisa prevalecer”

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Em tempos em que uma postagem pode ganhar o mundo em poucos minutos, a verdade às vezes corre atrás do prejuízo.

Foi exatamente esse cenário que atingiu a Universidade Federal de Rondonópolis nos últimos dias. Informações compartilhadas nas redes sociais colocaram em dúvida a lisura de um processo de transferência de uma estudante — levantando suspeitas de favorecimento e irregularidade.

Diante da repercussão, a reitora Analy Castilho Polizel de Souza veio a público para esclarecer: não houve qualquer ilegalidade.

Segundo ela, o procedimento seguiu um rito técnico e jurídico rigoroso, como exige a legislação das universidades federais. Todo pedido de transferência, explicou, passa pela análise da Procuradoria Federal, órgão ligado à Advocacia-Geral da União, responsável por validar a legalidade dos atos administrativos.

Em outras palavras:

não é uma decisão individual — é um processo institucional.

Outro ponto sensível, que gerou indignação nas redes, também foi rebatido: a estudante não ocupou a vaga de outro candidato. Ou seja, não houve prejuízo a terceiros, como chegou a ser divulgado.

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Quando a informação vira problema jurídico

A repercussão do caso ultrapassou o debate acadêmico.

Sem resposta aos pedidos de retirada das publicações, a universidade decidiu acionar juridicamente os responsáveis. A Advocacia-Geral da União já foi mobilizada para ingressar com ações cíveis e criminais.

A medida sinaliza um posicionamento mais firme da instituição diante da disseminação de conteúdos considerados falsos.

Uma instituição ainda em construção — e sob vigilância pública

A UFR é uma universidade jovem, criada recentemente e ainda em processo de consolidação. A própria reitora já destacou, em outras ocasiões, a importância de respeitar os trâmites legais em cada etapa da construção institucional. 

Esse contexto ajuda a entender por que qualquer questionamento ganha grande repercussão: há um olhar atento da sociedade sobre cada decisão.

O que está por trás disso tudo?

Casos como esse vão além de uma denúncia isolada. Eles revelam:

  • o poder das redes sociais em formar opinião rapidamente
  • o risco da desinformação quando não há checagem
  • e o desafio das instituições públicas em manter transparência e credibilidade
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Quando a informação chega distorcida, o dano não é só institucional — ele atinge pessoas, reputações e a confiança coletiva.

A fala da reitora não foi apenas uma defesa administrativa. Foi também um recado direto:

 processos públicos seguem regras

 acusações precisam de prova

 e informação sem verificação pode virar problema na Justiça

No meio de tudo isso, fica uma lição simples — mas cada vez mais urgente: antes de compartilhar, é preciso conferir.

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