Lei Seca
4 PRISÕES NA LEI SECA Blitz em Rondonópolis escancara risco nas ruas e reacende alerta sobre direção e álcool
Curiosidades
Quem passou pela Avenida dos Estudantes na noite deste domingo (29) viu mais do que uma simples fiscalização. Viu um retrato do que ainda preocupa — e muito — no trânsito de Rondonópolis.
Sirene ligada, giroflex cortando a escuridão e motoristas sendo abordados um a um. Era mais uma Operação Lei Seca, mas os números mostram que o problema continua longe de acabar.
Quatro pessoas foram presas por dirigir sob efeito de álcool. Quatro decisões que poderiam ter terminado em tragédia, mas que foram interrompidas a tempo pela fiscalização.
Ao todo, 54 testes de bafômetro foram realizados. E o resultado não passou despercebido:
7 motoristas autuados por embriaguez
1 recusou fazer o teste
Mas o álcool não foi o único problema encontrado.
A blitz revelou um cenário ainda mais preocupante: gente dirigindo sem habilitação, veículos irregulares e uma sequência de infrações que mostram o quanto o trânsito ainda é tratado com descuido por parte de alguns condutores.
- 8 motoristas sem CNH
- 13 veículos sem registro ou com documentação irregular
- 16 outras irregularidades
No total, 45 autos de infração foram registrados.
FORA DAS RUAS
A operação também tirou de circulação 24 veículos — sendo 10 carros e 14 motocicletas. Máquinas que, naquele momento, representavam risco real para quem estava apenas tentando voltar pra casa em segurança.
Durante a ação, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso ainda realizou atendimento pré-hospitalar, mostrando que, em situações assim, cada segundo conta.
MAIS QUE MULTA, É SOBRE VIDA
A fiscalização foi coordenada pela Polícia Militar, com apoio de diversos órgãos como o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso e a Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Mas no fim das contas, o recado vai além de números, multas ou prisões.
É sobre escolha.
Porque dirigir após beber não é só uma infração prevista no Código de Trânsito Brasileiro.
É uma atitude que coloca vidas em risco — inclusive a de quem não tem nada a ver com isso.
E enquanto ainda houver quem insista em ignorar esse perigo, a cena vai continuar se repetindo: blitz nas ruas… e histórias que poderiam ter terminado de outra forma.
Cidades
Secretaria esclarece suspensão de atendimento vascular no Ceadas e diz que saída de profissional não partiu do Município
A Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis esclareceu a suspensão temporária dos atendimentos vasculares no Centro de Especialidades de Apoio e Diagnóstico (Ceadas), após informações sobre o assunto começarem a circular entre pacientes e nas redes sociais.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Israel Paniago, a interrupção dos atendimentos não foi uma decisão da Secretaria de Saúde. Segundo ele, o Município foi surpreendido pela decisão da profissional responsável pelo atendimento, que deixou de prestar o serviço no Ceadas sem uma comunicação prévia que permitisse à Prefeitura organizar imediatamente uma substituição.
Ainda conforme o secretário, a Secretaria tomou conhecimento da mudança de maneira informal, por meio de um bilhete deixado na porta do consultório, informando que os atendimentos seriam realizados em outro espaço.
A situação acabou interrompendo temporariamente serviços importantes para os pacientes, entre eles consultas com cirurgião vascular e o atendimento do ambulatório de feridas.
Prefeitura busca solução
Israel Paniago afirmou que a Secretaria já está trabalhando para resolver o problema e que um contrato emergencial está sendo finalizado para garantir a retomada dos atendimentos.
A nova contratação deverá contemplar consultas vasculares, ambulatório de feridas, exames com Doppler, aplicação de espuma e o serviço de visitador hospitalar.
A proposta do Município é que os atendimentos voltem a ser concentrados no próprio Ceadas, garantindo uma estrutura adequada e evitando que os pacientes precisem ser direcionados para diferentes locais.
“Diante dessa interrupção brusca dos serviços, nós estamos finalizando um contrato emergencial para que uma empresa preste esse serviço aos pacientes. Esse contrato vai suprir consultas, ambulatório de feridas, exames com Doppler, espuma e visitador no hospital”, explicou o secretário.
Secretaria diz que não foi responsável pela interrupção
Segundo Israel Paniago, é importante deixar claro que a suspensão temporária não ocorreu por falta de planejamento da Secretaria de Saúde, mas em razão da saída inesperada da profissional que realizava os atendimentos.
A Secretaria afirma que, caso tivesse sido comunicada previamente sobre a interrupção, poderia ter adotado as providências necessárias para evitar a descontinuidade do serviço.
Agora, a prioridade é concluir a contratação emergencial e restabelecer o atendimento o mais rápido possível.
A orientação da Secretaria é para que os pacientes acompanhem os canais oficiais do Município e aguardem as informações sobre a retomada dos serviços.
WebTV Mato Grosso — informação regional, com clareza e responsabilidade.
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