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CPI de cabos e fios abandonados realiza primeira reunião nesta quinta (27)

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Cuiabá

28/02/2025
CPI de cabos e fios abandonados realiza primeira reunião nesta quinta (27)

Secom – Câmara Municipal de Cuiabá&nbsp

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Fiação Abandonada realizou nesta quinta-feira (27) a primeira reunião para decidir seus passos iniciais. O presidente da CPI, vereador Eduardo Magalhães (Republicanos), designou, em concordância com os demais parlamentares que a relatoria da Comissão vai ficar à responsabilidade do vereador Daniel Monteiro (Republicanos), e ambos serão auxiliados pelo membro vereador Sargento Joelson (PSB).
Neste primeiro encontro os vereadores concordaram em convocar os representantes da empresa Energisa para prestar esclarecimentos, e após esta primeira oitiva, convocar as demais empresas responsáveis pela fiação na capital.
O vereador Daniel Monteiro, sugeriu o requerimento de documentos de mapeamento dos postes que estejam em desacordo com a lei 484/2020, que dispõe sobre a retirada e cabos e fios inutilizados em postes localizados nas vias públicas de Cuiabá. De acordo com o parlamentar, é importante que a Energisa tenha consciência do motivo da convocação e já venha para a oitiva portando tal documentação, assim, otimizando o tempo e o trabalho da Comissão.
O vereador Sargento Joelson, por sua vez, fez a sugestão de que além da convocação inicial da Energisa, que a empresa também esteja presente em todas as reuniões realizadas pela CPI.
Em concordância com os vereadores, o presidente Eduardo Magalhães acatou as sugestões feitas e finalizou a reunião reforçando o compromisso dos parlamentares com a população cuiabana.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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