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Vereadora aponta reivindicações da educação inclusiva para prefeito eleito

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Cuiabá

13/11/2024
Vereadora aponta reivindicações da educação inclusiva para prefeito eleito
A vereadora Maysa Leão (Republicanos) enviou via ofício reivindicações da educação inclusiva para o prefeito eleito, Abilio Brunini (PL), nesta terça (12). A parlamentar também encaminhou via indicação ao prefeito em exercício, para que este transmita à equipe de Transição.&nbsp
“Me preocupa essa transição de mandato, o que vemos é que se gasta bastante tempo falando de Mesa Diretora, mas não é isso que afeta a vida da população. O que afeta, é a população não encontrar aquilo que precisa quando chega para ser atendida”, declarou a parlamentar em Plenário.
De acordo com a vereadora, existe uma procura constante em seu gabinete sobre a ineficiência da educação inclusiva no município, e que o mesmo, afeta a vida das pessoas que a elegeram para estar no Parlamento.
“Estou encaminhando uma indicação ao prefeito Emanuel Pinheiro para que ele possa passar ao Comitê de Transição e estou encaminhando um ofício também para o prefeito eleito, Abílio Brunini, para que a demanda chegue a quem vai executar”, destacou a vereadora.
Dentre os pontos apontados no documento, estão a redesignação do cargo de TDI (Técnico de desenvolvimento infantil), para PDI (Professor de Educação Infantil), concurso público ou processo seletivo para as CAD’S (cuidadoras de alunos com deficiência), retorno da sala de reforço escolar, Instalação da sala multifuncional de recursos em todas as escolas, capacitação continuada e especializada em inclusão, processo seletivo para professores auxiliares, mobiliário inclusivo, capacitação para elaboração do PEI (Plano Educacional Individualizado) e a implementação do dossiê educacional unificado.
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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