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Espaço

Artemis 2: a missão que marca o retorno da humanidade à Lua e abre caminhos para o futuro

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Curiosidades

Mais de meio século depois da última vez que o ser humano se aventurou tão longe da Terra, um novo capítulo da história começou a ser escrito. A missão Artemis II, da NASA, não é apenas uma viagem ao redor da Lua — é um passo decisivo rumo ao futuro da exploração espacial e, principalmente, um avanço que pode impactar diretamente a vida aqui no nosso planeta.

Lançada em abril de 2026, a Artemis II leva quatro astronautas em uma jornada de aproximadamente 10 dias ao redor da Lua, sem pouso, mas com uma missão muito clara: testar tecnologias, sistemas e a capacidade humana de viver e trabalhar no espaço profundo novamente. 

 

Muito além de uma viagem: um ensaio para o futuro

A Artemis II é considerada um grande “ensaio geral”. É a primeira missão tripulada do programa Artemis e representa o retorno de humanos para além da órbita baixa da Terra desde 1972. 

Durante o voo, a nave Orion e o foguete SLS passam por testes essenciais:

  • sistemas de suporte à vida
  • comunicação em longas distâncias
  • navegação no espaço profundo
  • resistência da nave na reentrada à Terra
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Tudo isso é fundamental para garantir que as próximas missões — como a Artemis III — consigam levar astronautas de volta à superfície lunar com segurança. 

 

Mas por que isso importa para você?

Pode parecer distante, mas as missões espaciais têm impacto direto na vida da população. E a Artemis II reforça isso de várias formas:

 Tecnologia que volta para a Terra

Grande parte das tecnologias desenvolvidas para o espaço acabam sendo usadas no dia a dia:

  • avanços em comunicação
  • novos materiais mais resistentes
  • sistemas médicos e de monitoramento

 Olhar para o futuro da humanidade

A Lua pode se tornar uma base estratégica para futuras missões a Marte. Isso significa mais conhecimento sobre sobrevivência fora da Terra e até alternativas para o futuro da humanidade. 

  Cooperação internacional

A missão conta com astronautas de diferentes países, mostrando que a exploração espacial também é um símbolo de união global. 

 

Um marco histórico sendo reescrito

A Artemis II já entrou para a história como a primeira missão tripulada à Lua em mais de 50 anos. 

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Além disso, carrega símbolos importantes:

  • a primeira mulher a viajar ao redor da Lua
  • o primeiro astronauta negro nessa missão
  • o primeiro canadense a participar de uma jornada lunar

Mais do que ciência, é também representatividade e evolução social.

 

Como acompanhar esse momento histórico

A boa notícia é que você não precisa ser astronauta para fazer parte dessa história.

 A cobertura completa e transmissões ao vivo estarão disponíveis aqui no site

Aqui o público poderá acompanhar cada etapa da missão, desde atualizações até imagens e momentos históricos em tempo real.

 

Conclusão

A Artemis II não é apenas uma missão espacial — é um símbolo de recomeço. Um lembrete de que a humanidade continua olhando para o céu, buscando respostas, criando tecnologia e desafiando limites.

E dessa vez, você pode acompanhar tudo de perto.

Porque o futuro… já começou.

 

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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