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Chinaglia é o novo presidente da comissão da representação brasileira no Parlasul
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O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) foi eleito presidente da comissão da representação brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul). Ele recebeu 14 votos, contra nove do deputado federal Celso Russomanno (Republicanos-SP).
Já o cargo de vice-presidente da Mesa Diretora do Parlasul (que é reservado a um brasileiro) deve ficar com o senador Humberto Costa (PT-PE).
Chinaglia está em seu oitavo mandato como deputado federal. Ela já foi presidente da Câmara dos Deputados e do próprio Parlasul, entre 2017 e 2018.
Criado em 2005, o Parlasul é o órgão legislativo do Mercosul e reúne parlamentares dos países Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai.
Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado
Fonte: Câmara dos Deputados
Curiosidades
O DIA EM QUE O BRASIL PAROU PARA CHORAR Ayrton Senna
Era 1º de maio de 1994. Um domingo que começou como tantos outros para os apaixonados por velocidade, mas que terminaria marcado para sempre na memória do Brasil e do mundo. Naquele dia, o país perdia não apenas um piloto, mas um símbolo de talento, garra e orgulho nacional.
Nascido em 21 de março de 1960, em São Paulo, Ayrton Senna da Silva demonstrou desde cedo uma habilidade fora do comum com o volante. Ainda criança, já chamava atenção no kart, onde iniciou uma trajetória que rapidamente o levaria aos maiores palcos do automobilismo mundial.
Sua estreia na Formula 1 aconteceu em 1984. Mas foi a partir de 1988, defendendo a equipe McLaren, que Senna entrou definitivamente para a história. Naquele ano, conquistou seu primeiro título mundial, iniciando uma era de domínio e rivalidade intensa com nomes como Alain Prost.
Ao longo da carreira, Senna acumulou três títulos mundiais (1988, 1990 e 1991), 41 vitórias e 65 pole positions — números que, mais do que estatísticas, representam uma forma única de pilotar. Na chuva, especialmente, ele parecia desafiar os limites da física, protagonizando corridas memoráveis que até hoje são reverenciadas.
Mas Ayrton Senna era mais do que um piloto. Fora das pistas, carregava um forte senso de responsabilidade social. Após sua morte, foi criado o Instituto Ayrton Senna, que até hoje desenvolve projetos voltados à educação de crianças e jovens em todo o país, perpetuando seu legado além do esporte.
O trágico capítulo final de sua história aconteceu durante o Grande Prêmio de San Marino, no circuito de Autódromo Enzo e Dino Ferrari, na Itália. Durante a corrida, o carro de Senna saiu da pista na curva Tamburello e colidiu violentamente contra o muro. A morte foi confirmada horas depois, aos 34 anos, causando comoção mundial.
O impacto foi imediato. No Brasil, milhões de pessoas acompanharam, com incredulidade e tristeza, a despedida de um herói. O velório, realizado em São Paulo, reuniu multidões e revelou a dimensão do amor que o país nutria por Senna.
Mais de três décadas depois, Ayrton Senna segue vivo na memória coletiva. Seu nome é sinônimo de excelência, determinação e paixão. Para muitos, ele não foi apenas um campeão — foi uma inspiração que ultrapassou gerações.
Hoje, ao lembrar mais um ano de sua partida, o sentimento é o mesmo: saudade. Mas também gratidão por tudo o que ele representou dentro e fora das pistas.
Ayrton Senna não foi apenas um piloto. Foi, e sempre será, um ídolo eterno do Brasil.
