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Animação entre equipes marcam abertura dos 12 ª Edição dos Jogos da Polícia Civil

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O evento mais esperado do ano para os policiais civis da capital e do interior do estado, a XII Jogos Internos da Polícia Civil iniciaram, na manhã desta quarta-feira (23.10), no Ginásio Dom Aquino, em Cuiabá. Este ano, a competição esportiva foi aberta com jogos de vôlei de quadra, na modalidade, masculino e feminino.

Neste ano, as competições serão divididas em duas etapas. A primeira de 23 a 26 de outubro, e a segunda de 06 a 09 de novembro, finalizando com o torneio de tiro policial, modalidade mais esperada da competição.

A delegada-geral, Daniela Silveira Maidel, participou da abertura, dando boas-vindas a todas as equipes, parabenizando a Acadepol pela organização fundamental para realização da competição e em seguida, dando o saque inicial, que oficializou o início dos jogos.

“É um momento de muita alegria e descontração e os jogos servem para isso, para gente extravasar, por para fora, todo o estresse acumulado ao longo do ano. Vocês policiais estão dando show em todo estado, atuando em muitas operações, prisões e agora é hora de dar show também nas disputas e vibração entre equipes”, disse a delegada-geral.

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Entre as modalidades disputadas pelas equipes estão voleibol (masculino e feminino), futsal (masculino e feminino), voleibol de areia (masculino e feminino), natação (masculino, feminino e misto), xadrez, bozó, truco espanhol, atletismo, basquetebol 3×3, tênis de quadra, tênis de mesa, ciclismo mtb, futebol society, futevôlei e tiro

Responsável pela organização do evento, o investigador Claudinei Farina, destacou que este ano a competição teve um aumento considerável de atletas, reunindo aproximadamente 1.500 policiais inscritos para participar nas diferentes modalidades esportivas. “Os policiais abraçaram a causa e hoje entendem a importância de movimentar o corpo e sair da atividade laboral. Hoje estamos vivendo em um mundo muito sedentário e isso reflete na saúde física e mental dos policiais”, destacou o professor.

O diretor da Acadepol, Fausto Freitas, os jogos além de incentivar a prática de esportes e proporcionar a saúde e bem-estar do servidor, também é uma grande oportunidade de confraternização entre os colegas.

“É uma grande satisfação para Acadepol e para Diretoria mais um ano promover esse grande evento, que busca justamente que o servidor tenha um momento de pausa, de congregação com os colegas, unindo laços de amizade, companheirismo, fortalecendo as relações, o que faz muita diferença no dia a dia de trabalho”, disse o diretor.

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A investigadora de Lucas do Rio Verde, Glaci da Costa Lins, integrante da equipe da Regional de Nova Mutum participou do jogo de abertura e disse que todos os participantes estão muito engajados e eufóricos com a competição.

“O esporte integra, traz superação, saúde e qualidade de vida. A equipe está muito motivada uma vez que os jogos são maravilhosos, uma oportunidade única para rever os amigos, colegas da época de academia, que agora conseguimos ver uma vez por ano, além fazer novas amizades dentro da Polícia também”, afirmou a investigadora.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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