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Operação Safe Christmas desarticula esquema do tráfico de drogas em Porto Alegre do Norte

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A Delegacia de Porto Alegre do Norte deflagrou, na manhã desta terça-feira (11.12), a Operação Safe Christmas para desarticular uma associação criminosa envolvida com o tráfico de drogas no município localizado na Região Nordeste de Mato Grosso.

A operação é resultado de uma investigação iniciada após denúncias de que R.C.R., 20 anos, que integra uma facção criminosa local, estava fazendo ameaças a policiais e outras vítimas da cidade. O criminoso estava em liberdade provisória e liderava o esquema incluindo o tráfico de drogas e outras atividades ilícitas.

A investigação da Delegacia de Porto Alegre do Norte identificou o esquema e os comparsas do criminoso, que tiveram as prisões e busca e apreensão cumpridas na operação desta quarta-feira.

Apreensões e prisões

Durante o cumprimento das buscas foram apreendidas armas de fogo, drogas, dinheiro, celulares e diversos objetos de origem ilícita, incluindo itens furtados ou roubados.

Uma pessoa foi presa em flagrante por ameaçar a ex-companheira com arma de fogo e um adolescente foi apreendido por ato infracional análogo ao tráfico de drogas.

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Dois alvos da operação são procurados.

O delegado Victor Donizete de Oliveira destaca que a operação reforça o trabalho integrado entre as unidades da Polícia Civil no combate ao crime organizado. “

A Polícia Civil segue em busca dos dois suspeitos ainda foragidos, demonstrando que a luta contra o crime não para. A comunidade, por sua vez, é chamada a colaborar com informações que possam levar à captura dos indivíduos, por meio dos canais de denúncia da instituição”, reforçou.

A operação contou com o apoio das delegacias de Vila Rica, Santa Cruz do Xingu, Confresa, Alto Boa Vista e Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Confresa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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