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Polícia Civil encerra 12º Jogos Internos com torneio de tiro e confraternização entre equipes

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Em mais um grande momento de confraternização entre colegas, foi encerrada neste sábado (09.11), a 12ª edição dos Jogos da Polícia Civil, com a competição de tiro policial, realizada na Academia de Polícia (Acadepol). Com a disputa da última modalidade esportiva e somatória de pontos, a equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) foi consagrada campeã da competição com 652,5 pontos conquistados.

A equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado terminou a competição em segundo lugar, totalizando 530 pontos, seguido da equipe da Diretoria de Execução Estratégica que alcançou 402,5 pontos, conquistando o terceiro lugar da competição.

Dividida em duas etapas, a competição reuniu policiais da capital e do interior do estado em 10 dias de jogos, em que foram disputadas diversas modalidades esportivas como voleibol (masculino e feminino), futsal (masculino e feminino), voleibol de areia (masculino e feminino), natação (masculino, feminino e misto), xadrez, bozó, truco espanhol, atletismo, basquetebol 3×3, tênis de quadra, tênis de mesa, ciclismo mtb, futebol society, futevôlei e tiro.

No último dia dos jogos, as equipes se reuniram para a prova de tiro policial, considerada a mais esperada da competição, em que cada competidor, além de ser avaliado pela precisão do disparo efetuado, também foi analisado em relação ao tempo despendido para realizar o trajeto na pista de tiro.

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Participando pela primeira vez da competição, a investigadora da Coordenadoria de Gestão de Pessoas, Viviani Moraes, foi uma das mais animadas durante as competições e disse que participar dos Jogos Internos da Polícia Civil foi uma experiência única.

“Participar de provas que não tinha conhecimento e com as colegas ensinando e mostrando suas técnicas, consegui me superar como atleta. Amei estar com todos naquele momento de desafios, lutas individuais e rever os colegas foi maravilhoso. Que venha a próxima que estarei preparada pois não perderei mais nenhuma das edições. Parabéns a cada equipe que deu o melhor para essa brilhante olimpíadas”, disse a investigadora.

Para o organizador do evento esportivo, Claudinei Farina, o objetivo principal dos Jogos Internos da Polícia Civil foi alcançado, que foi a confraternização entre os policiais nesses 10 dias de competição.

“Fico feliz pelo aumento da participação de atletas policiais ano pós ano. Isso faz com que nossos policiais mantenham o hábito de se manter ativo, minimizando doenças e consequentemente afastamento médico seja por questão física ou mental. Parabéns a todos que participaram e que venha a 13ª edição em 2025”, disse Claudinei.

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A XII edição dos Jogos Internos da Polícia Civil é promovida em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Cuiabá, Sindicato dos Investigadores de Polícia (Sinpol), Sindicato dos Escrivães de Polícia Civil (Sindepojuc), Associação Mato-grossense dos Delegados de Polícia (Amdepol), Sindicato dos Delegados de de Polícia (Sindepo), Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB), Sindicato das Empresas de Transporte e Carga (SINDMAT), Federação de Xadrez, Federação de Atletismo, Federação de Natação, Clube Monte Libano e CT Bonifácia, além das empresas Águas Puríssimas, Lojas Martinello, Poesy Aviamentos, Calibre Brasil, Rawal Placas, Aliança Importações e Comércio de Pneus, Luna Farma, Petroluz, Biovida, Clube de Tiro Prático e Esportivo de Várzea Grande e Locar Gestão de Resíduos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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