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Polícia Civil promove 1º Encontro de Mulheres: bem-estar e saúde para servidoras

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Mais de 100 servidoras da Polícia Civil participaram do 1º Encontro de Mulheres: bem-estar e saúde, visando a prevenção e proteção à vida, promovido pela Coordenadoria de Gestão de Pessoas, na quarta-feira (09.10), no auditório da Acadepol.

O evento marcou a abertura das atividades da Polícia Civil na campanha nacional “Outubro Rosa”, e foi realizado na modalidade presencial e híbrida com a participação de servidoras do interior do estado.

Em um ambiente decorado e alegre, organizado pela Gerência de Aplicação de Desenvolvimento Saúde e Segurança, as convidadas assistiram palestras interessantes, compartilharam experiências e trocaram conhecimento sobre os cuidado com a saúde.

A coordenadora da Gestão de Pessoas, delegada Luciani Barros Pereira de Lima, abriu o evento agradecendo a presença de todas, e falando sobre a importância de momentos mais calmos para reflexão, em especial pela dinâmica do trabalho policial.

“Nosso intuito é promover cada vez mais qualidade de vida e bem-estar aos policiais civis, uma vez que o perfil dessa gestão é humanizada, voltada sempre para o servidor que é o maior patrimônio da instituição”, destacou a coordenadora.

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A diretora de Execução Estratégica, delegada Ana Paula Faria Campos, enalteceu a ação com foco na saúde equilibrada do servidor, oportunizando momento de debate e reflexão diante de um assunto tão necessário para todas as mulheres.

“É fundamental que a pessoa possa reservar um tempo para se cuidar. A mulher lida com afazeres no trabalho, em casa, e muitas vezes esquece de olhar para si mesma. Esse é um momento único de conhecimento e autocuidado”, completou a diretora Ana Paula.

A primeira palestra foi ministrada pela médica ginecologista e obstetra, Jéssica Vitorino, que abordou o tema: desafios da saúde ginecológica e sexual da mulher. A médica falou sobre câncer de mama e de colo de útero, prevenção, fatores de risco, diagnóstico e tratamentos, além de dicas de bons hábitos.

Na sequência, a psicóloga Mariluce Faustino discorreu sobre a importância da saúde física e mental, do poder do autocuidado, das formas e benefício para se alcançar o equilíbrio emocional. A psicóloga também passou algumas orientações de atitudes simples e práticas que ajudam a regular as emoções.

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Para finalizar, a médica Juliana Lobato, atuante na medicina integrativa, apresentou o tema: policiais em equilíbrio, saúde mental e medicina preventiva. A médica tratou assuntos ligados à saúde mental, física e espiritual, fontes ligadas a qualidade da longevidade.

O 1º Encontro de Mulheres: bem-estar e saúde da mulher contou com apoio de diversos parceiros e colaboradores com exposição de maquiagens, calçados, camisetas, bijuterias e óculos, além de serviços como massagem quick e limpeza de pele.

Campanha Outubro Rosa

O mês de outubro é marcado por ações relacionadas à prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.

O movimento nacional visa compartilhar informações sobre o câncer de mama e o câncer do colo do útero, promovendo a conscientização sobre as doenças, assim proporcionado maior acesso aos serviços de diagnósticos e contribuindo para a redução da mortalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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