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Polícia Civil recupera caminhonete Hilux poucas horas após furto em Cuiabá

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos e Furtos de Veículos Automotores de Cuiabá (DERFVA), recuperou uma caminhonete Toyota Hilux furtada na madrugada de quarta-feira (25), poucas horas após o crime.

A recuperação do veículo, que se deu no âmbito da Operação Compra Segura, foi possível depois da rápida ação da equipe da DERFVA, com trabalho minucioso de investigação, que teve início imediatamente após o registro do boletim de ocorrência.

Segundo as informações, a caminhonete foi furtada durante a madrugada, na Avenida Haiti, bairro Jardim das Américas, em Cuiabá.

A vítima relatou que havia estacionado o veículo na noite anterior e, ao retornar pela manhã, constatou o desaparecimento do automóvel. Não havia rastreador no veículo, mas imagens de câmeras de segurança capturaram a passagem da Hilux em outro ponto da cidade por volta das 4h30 da manhã.

Poucas horas após o início das investigações, os policiais da DERFVA localizaram o veículo escondido em uma área do bairro Jardim Aclimação. A caminhonete já apresentava sinais de adulteração, como a troca das placas.

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Segundo o delegado titular da DERFVA, Diego Alex Martimiano da Silva, a Operação Compra Segura visa proteger consumidores de aquisições fraudulentas, promovendo a segurança no comércio de veículos e garantindo que criminosos sejam punidos.

“Com essa operação, conseguimos não apenas reprimir crimes de furto e roubo de veículos, mas também assegurar que as vítimas recuperem seus bens”, destacou o delegado.

O veículo recuperado foi encaminhado para a perícia técnica e, em seguida, estará disponível para a devolução ao proprietário. A Operação Compra Segura segue em curso e com novas ações previstas para coibir crimes contra o patrimônio e fraudes no comércio de veículos automotores.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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