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Rondonópolis

Prefeitura marca mês do trânsito com palestras educativas e blitz orientativas

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Rondonópolis

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) está realizando durante toda essa semana diversas ações em alusão ao mês municipal do trânsito. Desde segunda-feira, agentes de fiscalização e também os agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), parceiros no evento, estão percorrendo escolas da rede municipal e estadual e também empresas levando orientações sobre segurança no trânsito.

Nesta terça-feira (18), os agentes de fiscalização de trânsito tiveram um bate papo com os alunos do 7º, 8º e 9º ano da Escola Estadual Militar Tiradentes Major PM Ernestino Veríssimo da Silva que fica no jardim Maria Tereza. Assim como nas outras unidades escolares visitadas os agentes estão levando o tema da campanha ‘Desacelera’ para orientar crianças e adolescentes.

Hoje pela manhã, a palestra foi realizada para os alunos da Escola Municipal Alcides Pereira Santos. Na quinta-feira (20) será a vez dos alunos da Escola La Salle e na sexta-feira na Escola Estadual Major Otávio Pitaluga (Eemop).

O secretário de Mobilidade Urbana do município, Thales Tati, explicou que o tema desacelera não foi escolhido de forma aleatória, visto que, segundo ele, a maioria dos acidentes que acontecem na cidade são em decorrência de veículos trafegando em alta velocidade.

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“Queremos levar essa mensagem de alerta para toda a população, os condutores e também os passageiros, como no caso das crianças que são grandes parceiros nossos”, comentou o secretário Thales.

Na sexta-feira (21) será realizado um pit stop na feira da Vila Aurora e no sábado (22) a equipe da Semob estará na praça Brasil emitindo credenciais para estacionar em vagas para portadores de espectro autista.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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