A meta, segundo o prefeito, é ainda mais ambiciosa: até o final de 2026, a intenção é digitalizar todos os setores da administração municipal, reduzindo custos com estruturas físicas, evitando deslocamentos desnecessários e otimizando os recursos públicos.
“Rondonópolis na Palma da Mão”: novo aplicativo aproxima a população dos serviços públicos
Curiosidades
Facilidade, agilidade e modernização. Com esses três pilares, a Prefeitura de Rondonópolis lançou o aplicativo “Rondonópolis na Palma da Mão”, uma ferramenta digital desenvolvida para aproximar a administração pública da população e transformar a relação entre o cidadão e os serviços municipais.
O lançamento do app integra as ações estratégicas previstas no plano de governo do prefeito Cláudio Ferreira, que destacou a importância da tecnologia como aliada da gestão pública moderna. “A ideia é simples: reunir em um único espaço digital tudo o que o cidadão precisa para se informar, resolver pendências e acessar os serviços da Prefeitura — sem fila, sem burocracia, sem precisar sair de casa”, afirmou o gestor.
O aplicativo já está disponível para download nas plataformas Android e iOS e, segundo o prefeito, é mais do que uma inovação tecnológica. “Trata-se de um passo concreto rumo à transparência, à eficiência administrativa e à valorização do tempo das pessoas. Estamos usando a tecnologia como motor da boa gestão pública”, completou Cláudio Ferreira.
Com uma interface intuitiva, leve e moderna, o app foi desenvolvido com base em quatro eixos principais: Notícias, Home, Serviços e Setores Municipais. Entre as funcionalidades, o cidadão pode:
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Consultar e emitir IPTU, alvarás e certidões;
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Acompanhar processos administrativos;
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Verificar o estoque de medicamentos nas unidades de saúde e resultados de exames laboratoriais;
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Acessar o Balcão de Empregos, o Diário Oficial e o sistema de negociação REFIS;
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Conferir o itinerário do transporte coletivo pelo “Cadê o Busão?”;
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Ter integração com concessionárias como Energisa e Sanear;
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E acompanhar as redes sociais e canais oficiais da Prefeitura.
Para o superintendente de Tecnologia da Informação, Rafael Michiles, o aplicativo representa uma virada na forma como o município lida com a informação e o atendimento ao público. “É um marco da atual gestão, que tem apostado na inovação tecnológica como instrumento de inclusão social e de eficiência. Com isso, caminhamos para uma cidade mais inteligente, participativa e conectada”, avaliou.
A meta, segundo o prefeito, é ainda mais ambiciosa: até o final de 2026, a intenção é digitalizar todos os setores da administração municipal, reduzindo custos com estruturas físicas, evitando deslocamentos desnecessários e otimizando os recursos públicos.
Cidades
Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis
Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora
A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.
Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.
Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.
Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara
Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.
Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.
Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.
Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.
Mas por que o mandato foi extinto?
O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.
A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.
O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.
Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.
E por que Adonias pode assumir?
É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.
O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.
Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.
Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.
O que acontece agora?
A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.
A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.
O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.
A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.
