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Unemat inicia jogos estudantis em Rondonópolis neste domingo
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iníciou hoje os primeiros Jogos Estudantis Universitários (JEUU), da Universidade do Estado de Mato Grosso ( UNEMAT).
Contando com os campus de Alto Araguaia, Rondonópolis e Jaciara, Rondonópolis foi escolhida para sediar os jogos, que teve futsal, vôlei e xadrez.
A abertura desse jogos ocorreu ontem sábado, dia 18, na praça esportiva da Unisal região Salmen no Ginásio Poliesportivo Agnaldo Rufino Leite de Lucena.
A competições acontece nos dias 19 e 20 no Ginásio Marechal Rondon, onde alunos e diretores da instituição vão jogar.
“A esportividade faz com que haja uma união maior entre os estudantes, pois o estudante de Rondonópolis conhece o acadêmico de Jaciara. Ao mesmo tempo, ele conhece o acadêmico de Alto Araguaia, gerando uma união. É importante destacar também que o DCE participou conosco para a realização do evento.” O coordenador dos Jogos Estudantis Universitários da UNEMAT (JEUU), Delcino Leandro Ártico, afirmou para estudante de jornalismo Rafaela Lima.
Conforme relata Rafaela Lima o Diretor Político-Pedagógico e Financeiro da UNEMAT de Alto Araguaia e Rondonópolis, Caio César Ensides de Abreu, mencionou que estava bastante feliz com o acontecimento desse evento. Em uma fala, ele destacou: “A UNEMAT escolheu Rondonópolis para sediar porque os alunos estavam nos cobrando um evento aqui em Rondonópolis e também porque temos mais acadêmicos em Rondonópolis do que em Alto Araguaia. Então, seria mais fácil deslocar os alunos de Alto Araguaia para cá do que os alunos de Rondonópolis para lá. Ficamos felizes que a primeira edição está ocorrendo; a participação está bacana, e o pessoal está se divertindo.”
A UNEMAT reforça seu compromisso com o desenvolvimento integral dos estudantes, incentivando não apenas a busca pelo conhecimento acadêmico, mas também a prática esportiva e o espírito de equipe.
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Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis
Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora
A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.
Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.
Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.
Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara
Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.
Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.
Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.
Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.
Mas por que o mandato foi extinto?
O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.
A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.
O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.
Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.
E por que Adonias pode assumir?
É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.
O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.
Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.
Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.
O que acontece agora?
A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.
A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.
O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.
A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.
