Search
Close this search box.

Turismo

Air Europa permite dividir pagamento de passagens; entenda

Publicados

Turismo

Air Europa permite dividir pagamento de passagens em compras online
Air Europa

Air Europa permite dividir pagamento de passagens em compras online

A Air Europa implementou a tecnologia Hands In em seu site, permitindo que clientes dividam o pagamento das passagens entre diferentes cartões de crédito ou várias pessoas. A nova funcionalidade busca flexibilizar os pagamentos aos viajantes, especialmente para grupos.

A companhia aérea introduziu o sistema Group Payments , que possibilita a divisão dos custos entre passageiros, personalizando valores e gerando links de pagamento.

Outra opção é o Multi Card Payments , que permite a utilização de múltiplos cartões na compra de uma única passagem. Caso um pagamento seja recusado por falta de saldo, o sistema sugere automaticamente a divisão entre dois cartões.

O próximo passo do projeto inclui a integração do PayPal ao sistema de pagamentos da empresa. A funcionalidade permitirá combinar essa forma de pagamento com cartões de crédito e débito, tanto para dividir valores quanto para parcelar compras.

“Estamos muito satisfeitos em oferecer essas soluções em nosso processo de compra online. Isso reforça nosso compromisso de permitir que o usuário personalize sua experiência de viagem. Dividir pagamentos entre pessoas ou cartões facilita a aquisição das passagens e reduz barreiras para voar”, afirma Yago Casasnovas, responsável por Pagamentos, Prevenção de Fraudes e Distribuição da Air Europa.

Samuel Flynn, fundador e CEO da Hands In , destacou os benefícios da tecnologia implementada. “Os resultados mostram que a Air Europa está conseguindo otimizar a experiência do cliente com soluções nativas de pagamento dividido. Seguiremos trabalhando para oferecer mais inovações que contribuam para esse objetivo.”

Fonte: Turismo

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Rota usada por contrabandistas vira trajeto turístico em MG
Propaganda

Curiosidades

Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

Publicados

em

Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

Leia Também:  Visconde de Mauá recebe nova edição da temporada da truta

Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

Leia Também:  Frio na barriga por aventura ou medo? Entenda o motivo

Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA