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Rodeio da 48º Exposul segue hoje com a segunda noite de montarias

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Aconteceu na noite desta quinta-feira (11) a abertura do rodeio na 48º Exposição Agropecuária, Industrial e Comercial do Sul de Mato Grosso (Exposul) em Rondonópolis. A retomada da competição, após dois anos suspensos devido a pandemia, foi marcada pela emoção de peões, amazonas e do público presente que lotou as arquibancadas da arena João Ponteiro.

 

No total, 29 peões participaram do primeiro dia de competições, que segue até sábado (13), quando será a grande final. O show dos competidores envolveu um repertório de habilidade, concentração e equilíbrio, que prendeu a atenção do público que acompanhava atentamente cada peão que buscava ficar oito ou mais segundos em cima do touro.

 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis, Lucindo Zamboni Júnior, o rodeio vem sendo preparado por uma grande equipe, que buscou principalmente realizar um evento com qualidade para o público presente. “Queremos entregar esse rodeio com fé, alegria e qualidade, que é o mais importante para Rondonópolis que ama rodeio. É uma festa feita por várias mãos, então queremos que o público aproveite bem esse momento”, disse.

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Além da competição de rodeio, o evento contou também com a competição de tambores protagonizados pelas amazonas. Entre elas, a Garota Exposul, Janaina Tonello, que deu um show na arena, junto com várias mulheres talentosas, que mostraram habilidade em cima do cavalo.

 

Presente na abertura, estava também o vice-prefeito, Aylon Arruda, que também já foi presidente do Sindicato Rural por quatro anos. Durante o discurso, o vice-prefeito destacou a importância do evento para Rondonópolis, que além de ter se tornado tradicional, vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil. “São quase meio século de tradição, empreendedorismo e entretenimento. E hoje estamos aqui para comemorar a 48º Exposul com muita alegria, que pertence ao município de Rondonópolis que tem vários títulos no quesito de ser grande em tudo que faz”.

 

Na primeira rodada do rodeio na noite desta quinta-feira (11), 15 peões se destacaram com notas acima de 80 pontos, sendo que entre os primeiros estão os pratas da casa (Maurino Guilherme, Alan Carlos Ferreira, Jhonatam Cavalcante E Gabriel Felipe Da Silva). Mas o destaque mesmo, fica para o representante de Pedra Preta que fechou a noite em primeiro lugar, Mikael Cardoso Passele, com 90 pontos.

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A disputa continua nesta sexta-feira (12), antes do show do cantor Eduardo Costa.

 

VENDA DE PASSAPORTES – No quarto lote de vendas o passaporte está no valor de R$ 200, com ingresso individual a R$140,00 e meia entrada a R$ 70,00, e com pagamento facilitado via PIX, no débito ou podendo ser parcelado em até três vezes. Os locais para adquirir o passaporte são: loja West Country, Padaria Vip, TXC no Rondon Plaza Shopping e Bandeirantes Calçados, ou pelo site: https://www.guicheweb.com.br/48-exposul_16667 .

 

A programação de shows da Exposul tem hoje (12) Eduardo Costa, e para fechar no sábado (13) a atração dupla com João Neto & Frederico e Hugo & Guilherme.

FOTO: CESAR AUGUSTO

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Agronegócio

Rondonópolis e o Agro: o Coração Produtivo que Nem Sempre Entra no Radar dos Rankings

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Quando se fala em agronegócio no Brasil, a imagem que vem à mente de muitos é a de vastos campos de soja e milho, tratores no amanhecer e caminhões carregados rumando aos portos. Em Mato Grosso, esse cenário é ainda mais forte: o estado abriga 36 dos 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro, segundo levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária com base nos dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE. 

No topo desse ranking nacional estão cidades como Sorriso, Sapezal e Campo Novo do Parecis, todas no interior de Mato Grosso. Sorriso, por exemplo, lidera com folga o valor da produção agrícola — impulsionada principalmente pela soja — e é considerada por muitos a “capital nacional do agronegócio”. 

Mas e Rondonópolis? A cidade que carrega o brasão do agronegócio em sua economia não aparece na lista dos 100 municípios mais ricos em produção agrícola no Brasil. 

Uma economia que pulsa além dos campos

O fato de não figurar no ranking oficial pode surpreender quem vive e respira a rotina produtiva do município. Rondonópolis é um dos principais polos de apoio logístico ao agronegócio no Centro-Oeste brasileiro, ponto estratégico de escoamento de grãos e insumos, e um dos maiores exportadores do estado. 

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Dados mostram que o município segue gerando emprego e renda em diversas frentes, embora a agropecuária — isoladamente — não domine a balança de criação de postos de trabalho como em outras cidades do interior. 

O ex vereador Reginaldo Santos, crítico à ausência de Rondonópolis no ranking, aponta que esse cenário pode resultar de critérios específicos usados pelo IBGE para medir a produção agrícola municipal. Ele defende que a cidade tem força econômica suficiente para merecer destaque e alerta para a importância de uma imagem positiva para atrair investimentos. 

Mais do que números: o papel humano do agro em Rondonópolis

Para os moradores, produtores e trabalhadores rurais, a presença do agronegócio vai além de estatísticas: ela molda histórias de vida, sustenta famílias e impulsiona negócios locais. Do pequeno produtor que colhe sua primeira safra ao caminhoneiro que cruza rodovias estaduais carregando soja, o setor está no dia a dia de muita gente.

Agronegócio, aqui, não é apenas um título econômico — é carne, é coragem e é identidade.

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O que diz o ranking do agro

O levantamento do Ministério da Agricultura considerou o valor da produção agrícola municipal, resultado da soma de 70 produtos das lavouras temporárias e permanentes. Os municípios que lideram essa lista são responsáveis por uma parte significativa da economia agro do país, com destaque para a soja, que representa cerca de 42,8% do valor total produzido. 

Mesmo fora desse “Top 100”, Rondonópolis segue sendo um ator importante na cadeia produtiva: seus esforços logísticos, industriais e de apoio ao campo fortalecem toda a economia mato-grossense. O agronegócio por aqui é feito de chão batido, rodas de caminhão na madrugada e sonhos que desabrocham na colheita — muito além de um número num ranking.

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