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II SIMPÓSIO TDAH EM RONDONOPOLIS É PROMOVIDO PELA OAB E GEDIFI/UNEMAT
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A cidade de Rondonópolis se prepara para receber o tão aguardado II Simpósio TDAH e outras Comorbidades, um evento destinado a profissionais da área da saúde, educadores, familiares e indivíduos interessados em entender melhor o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e suas comorbidades em todas as fases da vida.
O simpósio será realizado nos dias 04 e 05 de julho, com início às 18 horas, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), localizada na cidade de Rondonópolis. É uma realização da Comissão da Cidadania e Direitos Sociais da 1ª Subseção de Rondonópolis, OAB em parceria institucional com a GEDIFI/UNEMAT e demais parceiros e voluntários.
A presidente da comissão, Dra Léya Souza da Cruz Paim explica que o evento é gratuito e contará com palestras ministradas por especialistas renomados no campo do TDAH, que abordarão diversos aspectos relacionados ao transtorno e suas implicações na vida infantil e adulta.
“Com vagas limitadas, o simpósio é uma oportunidade única para ampliar conhecimentos sobre o TDAH, comorbidades associadas e intervenções efetivas. Durante os dois dias de evento, os participantes terão acesso a informações atualizadas sobre diagnóstico, tratamento, desafios educacionais, adaptações necessárias no ambiente de trabalho, estratégias comportamentais e outras questões relacionadas ao manejo do TDAH”, explica Dra Léya Paim.
Dentre os temas abordados, destacam-se:
- TDAH na infância: identificação precoce e intervenções eficazes;
- Comorbidades associadas ao TDAH: transtornos de aprendizagem, ansiedade e depressão;
- Impacto do TDAH na vida adulta: relacionamentos, carreira e qualidade de vida;
- Estratégias de manejo do TDAH no ambiente escolar e no trabalho;
- Novas abordagens terapêuticas e farmacológicas.
- E aspectos jurídicos gerais
O II Simpósio TDAH e Outras Comorbidades é uma iniciativa conjunta de profissionais especializados e instituições comprometidas com o bem-estar e desenvolvimento de crianças e adultos afetados pelo TDAH.
O coordenador do Curso de Direito e GEDIGI/UNEMAT, Prof Dr Éverton Neves explica a importância e luta de criar mecanismos em prol das políticas públicas em torno da complexidade do TDAH, a partir e além dos diálogos, conhecimentos, a atualização científica, os reflexos jurídicos e a conscientização sobre o tema para uma melhor qualidade de vida das pessoas e familiares, além de uma compreensão (inter)transdisciplinar pelas vivências e experiências de profissionais, instituições e toda a comunidade.
Para garantir sua participação, é necessário realizar a inscrição antecipadamente, até o dia 03 de julho, através do site https://simposiatdah.wixsite.com/simposiotdah
Outras informações pelo número da OAB (66)-3426-8433
Cidades
No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção
O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.
Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.
Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.
Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.
Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.
Os três tipos de Escoliose:
Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.
Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.
Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.
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