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Prefeitura, movimento comunitário e OAB Rondonópolis buscam consenso sobre doação de área pública

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O prefeito José Carlos do Pátio avançou nas trativas com o presidente da 1ª Subseção de Rondonópolis da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Bruno Castro sobre a doação de uma área localizada no Parque São Jorge. O pedido pela área que pertence atualmente à OAB/MT foi oficializado pelos moradores do bairro por meio de um abaixo-assinado anexo ao ofício.

Moradora e presidente do Parque São Jorge, Sandra Lírio também participou do encontro que aconteceu na 1ª Subsção. Ela comentou que o terreno fica numa posição estratégica no bairro que, segunda ela, é um dos únicos que ainda não conta com nenhum espaço de lazer para a população.

A referida área pertencia ao município que, na década de 90, doou para a OAB afim de que fosse construído no local alguma edificação no período de dois anos. Como até hoje o local não teve nenhuma destinação, a comunidade do Parque São Jorge, por meio da Associação de Moradores, pede para que a OAB faça a doação do terreno para o município para que o local receba uma área de lazer conforme projeto já elaborado pela Prefeitura.

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A 1ª Subseção de Rondonópolis da OAB e a Prefeitura estão entrando em acordo no sentido que a Prefeitura, em contrapartida por receber a área no bairro, disponibilize outra área para que a instituição construa sua nova sede ou ainda um espaço de lazer para seus filiados que atualmente são cerca de dois mil advogados.

Um novo encontro ficou agendado para segunda-feira (3) afim de entrar em consenso sobre uma nova área que o município possa ceder nas especificações pretendidas pela OAB.

O pedido da presidente do Parque São Jorge foi endossado pelos presidentes da Unisal e também da Uramb, além de outras lideranças que compareceram na reunião. 

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Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis

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A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.

O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.

Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.

 

Uma queda que chama atenção

A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:

  • Início da gestão: R$ 4,10
  • Primeira redução: R$ 3,00
  • Valor atual: R$ 2,00

Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.

 

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Mais do que tarifa: estrutura

A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.

Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.

 

Impacto direto na cidade

A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.

Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.

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