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Setrat prossegue com os trabalhos de sincronização semafórica na cidade

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Uma equipe da empresa Inovation, do Rio de Janeiro (RJ) contratada pela Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito (Setrat) para realizar a atualização de software e sincronização da sinalização semafórica do quadrilátero central da cidade, trabalha a todo vapor para concluir os trabalhos e dar maior agilidade e fluidez ao trânsito local através da chamada “onda verde”.

Conforme o secretário Lindomar Alves, os trabalhos se iniciaram ainda no final de 2021, com a atualização dos softwares das caixas controladoras de sinal, dispostas no quadrilátero central da cidade compreendido entre as avenidas: Frei Servácio e Dom Wunibaldo e, Rua Fernando Corrêa e Dom Pedro II. Os trabalhos que já avançaram bastante e ultrapassaram a casa dos 90%, devem estar concluídos nos próximos dias.

Na verdade a caixa controladora é composta por várias placas eletrônicas (CPUs) e o conjunto eletroeletrônico faz o controle de tráfego e ciclos de tempo dos semáforos. Cada caixa controladora sincroniza uma quantidade de semáforos numa determinada direção (rua ou avenida). Os equipamentos (placas eletrônicas e softwares) que estão sendo instalados são os mais modernos do mercado e são utilizados em vários países da Europa e América Latina.

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Ainda segundo Lindomar, a equipe técnica da empresa contratada, vem trabalhando diuturnamente, inclusive nos finais de semana. E nessa segunda-feira (21), se concentrou no que é conhecido como o maior gargalo do trânsito na cidade (região central), atualizando as três caixas controladoras semafóricas, dispostas na Avenida Marechal Rondon, que sincronizam os semáforos e controlam o trânsito nas confluências das ruas: Arnaldo Estevan, Otávio Pitaluga, Rio Branco e Dom Pedro II com a Marechal Rondon.

Os trabalhos se iniciaram, pela rua Dom Pedro II e Otávio Pitaluga sentido Vila Aurora e região central, e rua Rio Branco sentido Centro – Vila Aurora, e também na confluência da avenida Marechal Rondon com Rua Arnaldo Estevan de Figueredo.

O trânsito local já mostra os sinais positivos das mudanças realizadas. A maioria das artérias principais do quadrilátero central, já estão sincronizadas na onda verde, o que já possibilita maior fluidez no tráfego e maior agilidade no trânsito, evitando as constantes paradas e entraves (engarrafamentos) que eram causados pela falta de sincronia nos semáforos.

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A Setrat vem trabalhando fortemente para a melhoria do trânsito local, através da sinalização vertical e horizontal das vias públicas, bem como tem se preocupado com a segurança dos usuários, sejam condutores de veículos ou pedestres.

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No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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