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Operação apreende 24 motos, drogas e prende 4 foragidos; veja fotos

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Cuiabá

A Polícia Militar em parceria com as Secretarias Municipais de Ordem Pública, Secretaria Municipal de Segurança Pública e Secretaria de Mobilidade Urbana deflagraram na sexta-feira (21) a segunda fase da Operação Raio de Ordem.

Desta vez, a ação destinada a conter a circulação de motocicletas com escapamento adulterado e outras de fiscalização de trânsito ocorreu no bairro Pedra 90.

A segunda fase da Operação Raio de Ordem mobilizou fiscais da Ordem Pública, agentes de trânsito da Semob (Secretaria de Mobilidade Urbana), policiais militares da equipe Raio e do Batalhão de Trânsito, e, ainda, PMs do 24ª Batalhão e da atividade delegada da Secretaria Municipal de Segurança Publica.

Dez motoqueiros foram autuados por poluição sonora e deverão, cada um, pagar multa de R$ 896,98 por infração grave. Cada um dos motociclistas ainda perderá cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Outras 14 motos foram apreendidas por motivos variáveis: falta de documentação, inexistência de placa de identificação, falta de retrovisor, pneus carecas e não ter habilitação emitida pelo Detran (Departamento Estadual de Trânsito).

Todas as motocicletas foram retidas e removidas ao pátio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Um carro foi apreendido após ser verificado que o proprietário, por 10 anos, não pagava IPVA (Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores) e permaneceu, todo este período, sem licenciamento.

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Durante a abordagem, foram cumpridos quatro mandados de prisão de foragidos da Justiça. Um motorista alcoolizado foi encaminhado à Central de Flagrantes. Ainda houve a apreensão de 2 kg de maconha e 1 kg de pasta base.

Trajeto

A equipe Raio da Polícia Militar identificou motos irregulares ao percorrer as quatro etapas do bairro Pedra 90.

Após flagrados, os motociclistas com escapamentos irregulares foram encaminhados a sede do 24ª Batalhão da Polícia Militar.

Lá, fiscais da Ordem Pública procederam com a medição dos sons emitidos pelos escapamentos, se verificando, a partir daí, índices elevados e incompatíveis com as normas de bem-estar social.

A lei municipal 3819/99 prevê multa de R$ 448,54 para até 10 decibéis.

Pela mesma lei, nos intervalos de 10 decibéis a 40 decibéis, a multa é de R$ 896,98 (infração grave). Já para emissões acima de 40 decibéis, a penalidade é considerada gravíssima, com multa no valor de R$ 2.690,95.

Fiscalização intensa

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, destacou que a Operação Raio de Ordem não tem a intenção de prejudicar trabalhadores que dependem de motocicletas para seu emprego diário, mas, punir os infratores que perturbam a ordem pública com ruído excessivo.

“É uma ação que reafirma o compromisso da administração local em promover mais qualidade de vida à população e oferecer um trânsito mais seguro”, pontuou.

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A secretária municipal de Segurança Pública, Francyanne Lacerda, reforçou que as operações serão constantes. “É um compromisso da atual gestão oferecer paz social, combater a criminalidade e a violência”.

A secretaria Regivania Alves destacou a importância de preservarmos a segurança no trânsito”.

O comandante da equipe Raio da Polícia Militar, TC PM Wesmensandro Rodrigues, reformou que está comprometido em auxiliar a Prefeitura de Cuiabá nas políticas de segurança pública e do trânsito.

“A PM vai contribuir com ações para garantir o sossego e o cumprimento das leis que protegem da perturbação”.

O comandante do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, TC PM Fábio Ricas, ressaltou a importância da atuação conjunta com a secretária de Ordem Pública.

“Este trabalho em harmonia tem a missão de garantir o cumprimento das leis”.

A comandante do 24ª Batalhão da Polícia Militar, TC PM Athayses de Oliveira Assunção Perez, destacou a importância da segunda fase da Operação Raio de Ordem.

“O trânsito funciona em regime de cooperação. Nesta operação, removemos veículos em situações irregulares, combatendo ações delituosas de trânsito”.

#PraCegoVer

A imagem mostra equipes da PM e da Prefeitura de Cuiabá que comandaram a operação. São 3 policiais militares fardados, um servidor da Semob e as secretárias de Ordem Pública e Segurança Pública de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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