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Prefeitura de Cuiabá paga aposentados e pensionistas

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A Prefeitura de Cuiabá efetuou nas primeiras horas desta sexta-feira (24) o pagamento dos aposentados e pensionistas. Tradicionalmente, o município honra com o pagamento no dia 25 de cada mês, o que é mantido pelo prefeito Abilio Brunini em seu primeiro mês de gestão.

Ao todo, R$ 25 milhões serão injetados na economia com a quitação da folha. No total, a Prefeitura de Cuiabá tem 4.192 funcionários aposentados e 971 pensionistas.

O secretário de Fazenda Marcelo Bussiki destaca que desde o primeiro dia de gestão, o prefeito Abilio Brunini se comprometeu em pagar, primeiramente, o salário dos funcionários públicos efetivos, o que foi honrado no dia 10 de janeiro. Em seguida, todas as medidas foram adotadas para garantir o pagamento dos aposentados e pensionistas dentro do prazo. “É uma ordem expressa do prefeito manter a regularidade do pagamento das folhas dos servidores ativos e aposentados, sem oferecer transtorno às famílias e, ao mesmo tempo, impulsionando a economia”.

Mesmo com o decreto de calamidade financeira assinado neste mês pelo Executivo, o prefeito Abilio Brunini tem o compromisso de manter a funcionalidade dos serviços essenciais – educação, saúde, assistência social e infraestrutura – além do pagamento dos salários dos servidores da ativa, aposentados e pensionistas.

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Na avaliação do secretário de Fazenda Marcelo Bussiki, o compromisso com a folha salarial reflete o esforço da administração em manter a estabilidade econômica do município por meio de uma gestão responsável e eficiente dos recursos públicos. “Priorizar o pagamento em dia é dá segurança financeira às famílias e servidores”, conclui.

#PraCegoVer

Essa matéria jornalística é ilustrada com a fachada da Prefeitura de Cuiabá, localizada na Praça Alencastro em Cuiabá. Na foto, há uma placa indicando a localização com flores vermelhas nas laterais da entrada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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