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Prefeitura de Cuiabá realiza ato simbólico pelo fim da violência contra as mulheres na Praça Alencastro

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Na tarde desta segunda-feira (25), a Praça Alencastro recebeu o “Varal da Luta”, uma exposição simbólica em alusão ao Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher, celebrado em 25 de novembro. O ato apresentou camisetas brancas marcadas com mãos vermelhas e frases impactantes sobre a violência de gênero, reforçando o compromisso de Cuiabá com essa importante causa. A ação foi realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher e primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro.

“Em Cuiabá, o respeito às mulheres entra em campo! Por elas, lutamos.” Essa foi a mensagem que estampou os cartazes no evento organizado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, dentro da campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres”.

Durante o ato, a secretária-adjunta da Mulher, Elis Regina Prates, destacou a relevância da mobilização: “É essencial abordarmos esse tema, pois Mato Grosso ocupa o triste primeiro lugar no ranking nacional de feminicídios. Este manifesto simboliza a nossa luta por todas essas mulheres e pelo fim da violência. Juntas e juntos, seguiremos”.

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A iniciativa foi realizada em frente a instalação do “Banco Vermelho”, um símbolo permanente de conscientização sobre a violência doméstica e o feminicídio. Com quatro metros de comprimento e frases de impacto, o banco também possui um QR Code que direciona para o texto completo da Lei Maria da Penha e materiais educativos sobre as diversas formas de violência enfrentadas pelas mulheres. O “Banco Vermelho” é parte de um projeto nacional idealizado em Recife pelo Instituto Banco Vermelho, fundado por Andrea Rodrigues e Paula Limongi, mulheres que vivenciaram de perto o impacto devastador do feminicídio.

“A discussão sobre esse tema precisa ser constante. É fundamental que as vítimas saibam que têm uma rede de apoio e que todas as formas de violência – física, patrimonial e sexual – sejam enfrentadas com determinação. Nossa luta é contra o feminicídio, a manifestação mais extrema da violência de gênero, enraizada no desprezo e na discriminação contra as mulheres. Esse crime reflete relações desiguais de poder entre homens e mulheres, sustentadas por culturas que naturalizam a violência de gênero. Nosso esforço nessa caminhada é diário”, destacou a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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