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Recadastramento melhora ocupações no Mercado do Porto

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A Secretaria Municipal de Ordem Pública está realizando em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico (Smated), uma fiscalização para o recadastramento dos permissionários no Mercado Municipal Antônio Moisés Nadaf, o ‘Mercado do Porto’. A ação preventiva assegura o uso adequado do espaço e garante o bom atendimento à população.

Segundo Mauricéia Mendes, fiscal da Ordem Pública cedida à SMATED, o objetivo é organizar a regularização documental, sem caráter punitivo. Ela afirma que os permissionários não precisam temer a fiscalização.

“Nossa atuação é informativa e visa coletar dados sobre a documentação disponível. Cada permissionário terá seu processo individual analisado caso a caso. Se necessário documentos adicionais, a solicitação será feita por meio de notificação”, afirmou a fiscal.

Após receber a notificação, o proprietário tem 24 horas para apresentar a documentação para uma equipe da Secretaria do Trabalho que atende no Mercado do Porto, fazendo a triagem dos documentos e esclarecendo as dúvidas durante horário comercial.

“O permissionário deverá apresentar os documentos que possui e aguardar a análise da prefeitura sobre os próximos passos para a regularização da atividade. A fiscalização analisará tudo com base em um parecer técnico de uma equipe especializada”, destacou Mendes.

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A ação preventiva e pacífica busca evitar a ocupação irregular de boxes fechados e ordenar o espaço, permitindo a realocação adequada dos permissionários e a identificação dos boxes disponíveis. A primeira etapa da fiscalização resultou na interdição de 10 boxes inativos e notificação de 16 proprietários.

#PraCegoVer

A imagem ilustra a fiscal da Secretaria de Ordem Pública, Mauricéia Mendes, preenchendo as informações referentes ao recadastramento dos permissionários no ‘Mercado do Porto’. Ela preenche o documento usando caneta azul. Ela está ao lado do fiscal Edio Duarte. Abaixo tem uma galeria que mostra os momentos da fiscalização.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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