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Semob fiscaliza e autua mais de 2,7 mil veículos de carga em trânsito irregular pelas vias de Cuiabá em sete meses

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Cuiabá

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), fiscalizou e autuou, somente este ano, de 1° de janeiro a 10 de julho de 2024, 2.721 veículos pesados em trânsito irregular pelas vias da capital. É por meio de constantes ações da ‘Operação Carga Pesada’, desenvolvidas nas principais vias de entrada e saída de veículos (Miguel Sutil e Fernando Corrêa), que o município fiscaliza o tráfego irregular de caminhões.

As operações visam evitar a circulação de veículos na região central da cidade, a fim de assegurar o controle no fluxo de trânsito, prevenir acidentes, assim como proteger as edificações e a pavimentação das ruas.

Além da fiscalização in loco, os veículos de carga são constantemente monitorados através da Central de Controle Operacional (CCMOB), que atualmente dispõe de 43 câmeras para monitorar, fiscalizar e garantir a fluidez de veículos nas principais vias e corredores da cidade.

Conforme as diretrizes estabelecidas na Lei de Uso e Ocupação do Solo Urbano, n° 5463/2011, que disciplina a circulação de veículos de carga e operações de carga e descarga no município, atualmente é permitida na capital a circulação apenas de veículos automotores com Peso Bruto Total (PBT) de até 10 toneladas (caminhões com dimensões compactas), com ou sem carga, em qualquer horário. Já os veículos que possuem o peso acima de 24 toneladas devem obter uma autorização especial da Semob. A pasta ainda permite que os veículos de carga circulem nas vias da capital das 11h30 às 13h30 e das 17h30 às 19h30.

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Atualmente, veículos com até 10 toneladas podem circular livremente pelas ruas de Cuiabá, enquanto veículos com PBT de 10 a 24 toneladas não podem circular nos horários de pico na região central, como, por exemplo, na área sinalizada ao redor do Centro Histórico, para evitar transtornos na região central.

Classificada como infração média, aqueles que são flagrados cometendo tal imprudência ainda são autuados com uma multa de R$ 130,16 e -4 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Conforme a secretária de Mobilidade Urbana, Luciana Zamproni, as ações atualmente realizadas no município, além de assegurar a fluidez no trânsito, garantem maior preservação e segurança das vias. “A Semob sempre realiza operações nesse sentido. São fiscalizações extremamente importantes, tanto no sentido de orientar os condutores quanto no próprio ato de fiscalizar. Infelizmente, hoje temos grandes infratores e, muitas vezes, mesmo que fechemos o cerco em vários pontos de entrada, eles ainda conseguem entrar e circular dentro da cidade sem autorização permitida. Muitos também tentam burlar o sistema trafegando fora do horário determinado. Então, essas operações vão continuar, na tentativa de coibir cada vez mais a entrada de veículos de carga de maneira irregular, a fim de evitar prejuízos no trânsito e na vida das pessoas”, disse.

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O diretor de Trânsito da Semob, Michel Diniz, destacou que, além das autuações, os condutores que cometem tal imprudência, quando flagrados por agentes em campo, passam por alteração de rota, estabelecida pela pasta.

“A Semob tem feito constantemente a fiscalização desses veículos de grande porte com o intuito de coibir aqueles que não possuem autorização, seja de local ou horário, de transitar. Hoje, esse tráfego é somente permitido no município das 20h às 6h, conforme a legislação vigente. Cabe ressaltar que existem excepcionalidades previstas em lei, nas quais os transportadores devem buscar uma autorização especial de trânsito na Secretaria de Mobilidade Urbana. A fiscalização é feita tanto pelo videomonitoramento quanto pelos agentes em campo fazendo abordagens, autuando e até mesmo mudando a rota desses caminhões”, reiterou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Polêmica em Mato Grosso: deputado estadual acusa jornalista de gravação irregular após divulgação de áudio

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A cena política em Mato Grosso viveu um momento de tensão nesta quinta-feira (15), quando o deputado estadual Paulo Araújo (PP) rebateu com veemência a divulgação de um áudio no qual faz duras críticas ao governador Mauro Mendes (União Brasil).

O conteúdo foi revelado com exclusividade pelo jornalista Lázaro Thor, do portal PNB Online, e rapidamente se espalhou nas redes sociais e grupos de mensagens. 

O áudio e o teor da gravação

O material divulgado pelo PNB Online mostra o parlamentar em conversa com colegas nos corredores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), discutindo, em tom forte, a relação entre o governo estadual e os servidores públicos.

O deputado teria dito que o governador “não se preocupa com o servidor,” em referência à maneira como Mauro Mendes tem lidado com questões de reajustes e políticas públicas voltadas ao funcionalismo. 

Embora o teor da fala tenha repercutido, Paulo Araújo questiona a forma como o conteúdo foi obtido e publicado.
Em entrevista concedida ainda nesta quinta, o parlamentar classificou a gravação como “clandestina, criminosa e irregular” e afirmou que não houve autorização sua para a captação do áudio. 

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Reação política e jurídica

Em suas declarações, Araújo não negou o conteúdo das críticas ao governador, mas argumentou que o trecho divulgado representa apenas uma pequena parte de uma conversa mais extensa — que, segundo ele, durou cerca de 30 minutos e teria sido tirada de contexto. 

O deputado anunciou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra o jornalista responsável pela divulgação, afirmando que a gravação teria sido feita “de forma indevida” em um ambiente privado dentro da ALMT.

Ele também conclamou o Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso (Sindjor-MT) a se posicionar contra a prática. 

Posicionamento da redação do PNB Online

Em resposta às críticas do parlamentar, a equipe do PNB Online ressaltou que a gravação foi feita em um espaço público da Assembleia, onde repórteres e profissionais de imprensa têm livre circulação.

Segundo a redação do portal, o fato de uma declaração ser pública e de interesse coletivo justifica a cobertura e a publicação, que têm caráter jornalístico e informativo para a sociedade. 

Contexto mais amplo

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O caso reacende um debate antigo sobre os limites da atuação da imprensa na cobertura de figuras públicas e o equilíbrio entre transparência e proteção de privacidade. Especialistas lembram que, em ambientes públicos, declarações de agentes públicos podem e devem ser registradas e divulgadas quando têm relevância direta para o interesse da população — sobretudo em contextos eleitorais ou de políticas públicas. (Comentário contextual — não diretamente citado em fontes.)

Liberdade de imprensa: a divulgação de falas de agentes públicos é fundamental ao exercício da cidadania, desde que realizada dentro dos limites legais e éticos.

Legislação sobre gravações: no Brasil, a gravação em ambiente público é, em regra, permitida; em ambiente privado, exige autorização das partes.

 Responsabilidade política: a repercussão de declarações de parlamentares pode impactar alianças e debates no Parlamento e na sociedade.

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