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Equipes da capital e do interior movimentam disputas primeira fase dos Jogos da Polícia Civil

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Em uma semana intensa de disputas acirradas entre equipes da capital e do interior do estado, a primeira etapa dos Jogos Internos da Polícia Civil foi encerrada, no sábado (26.10), com muita animação e empolgação dos policiais.

A primeira fase dos jogos foi realizada entre dos dias 23 a 26 de outubro, reunindo 13 equipes participantes nas disputas de diferentes modalidades esportivas como futsal, voleibol, basquetebol, vôlei de areia, futebol, futebol society e natação.

Além da animação para competir, os participantes mostraram muita disposição para torcer pelos colegas, buscando não só a vitória nas provas, mas também a primeira posição na classificação geral dos jogos.

Na primeira parcial dos jogos, a equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) lidera a competição com 280 pontos, seguida das equipes da Diretoria de Execução Estratégica com 242,5 pontos e da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), que contabiliza 190 pontos conquistados.

A segunda fase dos Jogos inicia no dia 06 de novembro, finalizando no dia 09 com o torneio de tiro policial, modalidade mais esperada da competição.

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Este ano, os Jogos Internos da Polícia Civil também teve cunho social, com a realização de evento que reuniu crianças carentes em um jogo de futebol, realizado no sábado, no Sindicato dos Investigadores de Polícia. Participaram do torneio as equipes da Escolinha Juventude Cuiabá do bairro Santa Laura e jardim fortaleza e Escolinha Berga do bairro Pedregal.

O coordenador dos jogos, investigador e professor Claudinei Farina, destacou a importância do esporte em busca de um olhar social para crianças em estado de vulnerabilidade.

“Os Jogos da Polícia Civil além de incentivar a prática de atividade física dos nossos policiais, também incentiva as crianças carentes a prática esportiva a fim de afastá-las de ambientes de risco e dar acesso a redes de apoio e mentores, que são essenciais para o desenvolvimento e inclusão social”, destacou o professor.

Confira a classificação parcial dos Jogos:

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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