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Polícia Militar lança 14º Estágio de Aperfeiçoamento de Praças

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A Polícia Militar de Mato Grosso lança, na próxima segunda-feira (10.06), o 14º Estágio de Aperfeiçoamento de Praças, em cerimônia realizada a partir das 9 horas, no auditório do quartel do Comando Geral, em Cuiabá.

Participam da qualificação 355 policias militares, sendo 63 no Estágio de Atualização de Sargentos (EAS), 10 no Estágio de Qualificação de Sargentos (EQS) e 282 no Estágio de Qualificação de Cabos (EQC). A duração é de 60 dias.

O estágio de atualização e qualificação é promovido pela Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (DEIP) em parceria com a Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (ESFAP).

Ainda durante a cerimônia, será lançado a segunda edição do Manual de Procedimento Operacional Padrão (POP).

Serviço

Polícia Militar lança 14º Estágio de Aperfeiçoamento de Praças
Data: segunda-feira (10.06), às 9 horas
Local: auditório do Quartel do Comando Geral

Fonte: PM MT – MT

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Fim dos “rolezinhos”? Nova lei entra em vigor e muda rotina em Rondonópolis

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O barulho das motos em alta velocidade, as manobras arriscadas e as madrugadas interrompidas por grupos de motociclistas podem estar com os dias contados em Rondonópolis.

Já está em vigor no município a lei que proíbe os chamados “rolezinhos” — encontros de motociclistas que, segundo o poder público, vinham causando transtornos frequentes à população.

A medida, proposta por um vereador foi promulgada pela Câmara Municipal e publicada no Diário Oficial, passando a valer com aplicação de multas e outras penalidades.

Reclamação antiga da população

A nova legislação surge em meio a um cenário que já vinha sendo acompanhado pelas forças de segurança. Nos últimos anos, operações policiais foram realizadas para conter esse tipo de prática.

Em uma dessas ações, a Polícia Militar chegou a impedir um “rolezinho” com dezenas de motociclistas, muitos sem capacete, sem placa e com escapamentos adulterados — situação que terminou com apreensão de veículos e aplicação de multas. 

Casos como esse reforçaram a pressão popular por medidas mais duras.

 O que diz a nova lei

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A legislação define como “rolezinho” o agrupamento de motociclistas que:

  • provocam barulho excessivo
  • realizam manobras perigosas
  • desrespeitam leis de trânsito
  • causam tumulto nas vias públicas

A partir de agora, ao serem registradas ocorrências, haverá atuação conjunta entre:

  • Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob)
  • Gabinete de Apoio à Segurança Pública (Gasp)
  • forças policiais

A penalidade começa com multa de 25 UFRs, podendo dobrar em caso de reincidência.

Nem todo motociclista entra na regra

Um ponto importante da lei é a separação entre perfis:

 Motociclistas organizados, como moto clubes, seguem autorizados a realizar eventos — desde que comuniquem previamente às autoridades.

  Já ações desordenadas, com risco à segurança e perturbação, passam a ser enquadradas diretamente na nova norma.

  Mais que punição: tentativa de mudança cultural

Além da punição, a lei também abre espaço para parcerias com moto clubes em ações educativas.

A ideia é clara: não é só proibir, mas mudar comportamento.

Em uma cidade que cresce rápido e enfrenta desafios no trânsito, a medida busca equilibrar o direito de ir e vir com o direito ao sossego — um tema que, nas ruas e nas redes sociais, já vinha gerando debate há tempos.

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 O que muda na prática

Na rotina do morador, a expectativa é simples:

  • menos barulho durante a noite
  • mais fiscalização nas ruas
  • resposta mais rápida às denúncias

Mas, como toda nova lei, o impacto real deve aparecer com o tempo — principalmente na forma como será fiscalizada.

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