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Hermélio Silva estreia Coluna Rondonópolis 70 anos

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Escritor Hermélio Silva
Foto: arquivo pessoal do escritor

O escritor Hermélio Silva vai assinar uma coluna cultural no site www.webtvmatogrosso.com.br, no qual vai publicar textos de sua autoria e de convidados, com início previsto para o dia 12.06.2023.
Intitulada “Rondonópolis, 70 anos”, terá o objetivo de divulgar os autores rondonopolitanos ou não, em especial com abordagens a bela e rica Rondonópolis. Terá desde poesias, crônicas, contos, matérias, e até fotografias.
“Lembramos que entre os anos de 1875 e 1890 foi instalado um destacamento militar no Ponte de Pedra. Depois, vieram as comitivas de migrantes, em jardineiras, carros de boi, mulas e até a pé. Foram longas viagens, com histórias das mais belas e intrigantes, então vamos relembrar um pouco dessa história”, disse Hermélio Silva.
No dia 10.12.1953 foi a emancipação pq aolítica de Rondonópolis, pela Lei nº 666. O prefeito nomeado foi Rosalvo Fernandes Farias, sendo que o primeiro prefeito eleito foi Daniel Martins de Moura. Tivemos outros administradores e na década de 1970, houve a modernização do campo, descoberta da possibilidade de plantações da soja, demandas importantes da pecuária e do comércio e a grande migração de sulistas.
“Rondonópolis ainda não tem alguém que personifica a representação da cidade, mas podemos provocar essa escolha pela população. Temos aqui rondonopolitanos natos e nativos que fizeram muito pela cidade e eu tive a honra de entrevistar três deles que tem a nossa cidade como sua pátria mãe: Marinho Franco, Danilo Rinaldi e Lothar Bauchrowitz, um baiano, um italiano e um alemão”, provoca Hermélio.
O colunista disse que manteve a coluna semanal “Perambulando pela cultura”, no jornal A Tribuna, de agosto de 1997 a março de 2002, quando entrevistou mais de duas centenas de personalidades de Rondonópolis, e acredita que montou um bom mosaico de histórias, para ser estudado no futuro, até para ajudar a compor o caldeirão cultural da nossa cidade.
“Ora, se no ato de criação de Rondonópolis, proposta pelo deputado João Marinho e promulgada em 10.12.1953, já citou no seu artigo segundo que o município compor-se-ia de dois distritos, a sede e o de Ponte de Pedra, então, devemos levantar informações sobre esse importante distrito esquecido do outro lado do rio Vermelho. Até para entender melhor os nossos primórdios”, disse o escritor Hermélio Silva.
A coluna vai iniciar com o belo poema “Apologia”, composto pelo violeiro, poeta, escritor, compositor e músico, Sebastião de Assis, que trabalhou na antiga Sanemat, passando por DAE, Sanear e na Coomser. Burilou o poema/música Apologia a pedido de um ex-presidente da Sanemat, Ricardo Cambraia, para participar de um concurso interno, e que ainda conquistou o terceiro lugar no evento. Registramos que “Tião de Assis” é coautor do Hino Oficial do Município de Rondonópolis.
Como o espaço deverá ser atualizado diariamente, teremos os mais diversos poetas passeando pela coluna “Rondonópolis, 70 anos”, dando oportunidade a todos para iniciar um processo de reconhecimento e de amor por Rondonópolis.
Aguardamos a sua visita a essa mídia social, que reverencia a nossa cidade, concitando a todos para elevar o seu nome ao mais alto patamar cultural.

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Hermélio Silva
Escritor, revisor, editor e consultor cultural.

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No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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