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Rondonópolis

Baile da terceira idade retoma atividades no Centro de Convivência

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Rondonópolis

O baile da terceira idade do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Padre Lothar (o antigo CSU), na Vila Sumaré, em Rondonópolis, retomou as suas atividades neste ano de 2025. A iniciativa contou com a presença da secretária municipal de Promoção e Assistência Social, Alessandra Ferreira Cróco de Souza, que foi dar as boas-vindas aos participantes e parceiros.

Realizado todas as sextas-feiras, a partir das 13h30, o baile da terceira idade do Serviço de Convivência reúne dezenas de idosos, chegando a reunir até 120 participantes. A Secretaria de Promoção e Assistência Social disponibiliza o transporte, passando pelos CRAS da região, para que os idosos possam participar dessa atividade. Além da música, cada baile é encerrado com uma refeição.

A gestora do Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, Elienai Laurindo, externou que o baile da terceira idade é uma atividade que traz um relacionamento e fortalecimento dos vínculos entre os idosos, assim como com seus familiares e a sociedade, proporcionando a eles descontração, alegria e muita diversão, especialmente neste mês de janeiro, quando se celebra o Janeiro Branco – campanha de prevenção à depressão.

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A secretária Alessandra Ferreira destacou aos presentes que fica muito feliz com esse projeto e por constatar tanta alegria dos idosos. Ela colocou a Secretaria de Promoção e Assistência Social à disposição de todos, solicitando que os coordenadores dos CRAS e do Serviço de Convivência possam ouvir e repassar a ela as demandas e sugestões da terceira idade.

“Nós vamos levar esse projeto durante toda a gestão, pois traz ânimo, alegria e faz com que os idosos se exercitem, sem falar que eles gostam. Espero que a gente possa conseguir promover vários projetos, não só para eles, como para crianças, para envolver toda a comunidade, fazendo com que eles saíam de casa e fortaleçam a amizade”, avaliou a secretária.

Alessandra adiantou que pretende usar toda estrutura disponível no município para fornecer atividades e fortalecer vínculos, beneficiando crianças, adolescentes, adultos e também a terceira idade. “Precisamos fazer algumas melhorias não só aqui, como também na Vila Olímpica e no CEU. Aqui é bem visível a necessidade de limpeza do mato e manutenção; e o prefeito Cláudio já adiantou que é preciso providenciar a cobertura da piscina o mais rápido possível”, concluiu.

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No Servuço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Padre Lothar, os idosos também contam com hidroginástica todas as terças e quintas-feiras e com ginástica funcional, às sextas-feiras. “Temos a intenção de promover, em paralelo ao baile, atividades para aqueles que não dançam, como jogos e trabalhos manuais”, anunciou Elienai.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Cidades

Justiça nega liminar a Mariúva e caminho fica aberto para convocação de Adonias na Câmara de Rondonópolis

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Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública considerou legal o ato do presidente Paulo Schuh que declarou a extinção do mandato da vereadora

A Justiça de Mato Grosso decidiu, nesta quarta-feira (3), manter a extinção do mandato da vereadora Mariúva Valentin Chaves da Silva (MDB) e negou o pedido de liminar apresentado pela parlamentar para tentar suspender a decisão tomada pela Câmara Municipal de Rondonópolis.

Na prática, a decisão do juiz Jorge Hassib Ibrahim, da 2ª Vara Especializada da Fazenda Pública, retira o principal obstáculo judicial que impedia o avanço da convocação do suplente.

Com isso, o ex-vereador Adonias Fernandes (MDB), primeiro suplente da coligação, deve ser convocado para assumir a vaga. Adonias já foi vereador de Rondonópolis por cinco mandatos.

Justiça considerou legal o ato do presidente da Câmara

Mariúva entrou na Justiça questionando o procedimento adotado pelo presidente da Câmara, Paulo Schuh (PL), que declarou a extinção do mandato durante a 81ª Sessão Ordinária, realizada no dia 26 de agosto.

Entre os argumentos apresentados pela vereadora estava a alegação de que o presidente não poderia ter tomado a decisão sozinho e que a competência seria da Mesa Diretora. Ela também sustentou que não teve direito de defesa.

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Os argumentos, porém, não foram aceitos pelo juiz.

Na decisão, o magistrado entendeu que a atuação do presidente da Câmara teve caráter declaratório. Em outras palavras, segundo a Justiça, Schuh não estaria aplicando uma nova punição à vereadora, mas apenas formalizando uma consequência jurídica que já havia ocorrido em razão de uma condenação criminal definitiva.

Mas por que o mandato foi extinto?

O ponto principal está na suspensão dos direitos políticos de Mariúva em razão de uma condenação criminal que já transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso naquela decisão.

A Constituição Federal estabelece que a condenação criminal definitiva provoca a suspensão dos direitos políticos enquanto durarem seus efeitos.

O juiz também citou entendimento já firmado pelo Supremo Tribunal Federal de que essa suspensão ocorre de forma automática, não dependendo de uma nova votação ou de um processo dentro da Câmara.

Por esse entendimento, a Câmara apenas reconhece oficialmente a situação.

E por que Adonias pode assumir?

É justamente aí que entra o ex-vereador Adonias Fernandes.

O juiz citou o artigo 8º, parágrafo 1º, do Decreto-Lei nº 201/1967. A legislação determina que, quando estiver comprovada a causa de extinção do mandato, o presidente da Câmara deve comunicar o Plenário, registrar a decisão em ata e convocar imediatamente o suplente.

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Por isso, com a liminar negada, o caminho fica aberto para que a Câmara avance na convocação do primeiro suplente.

Na prática, a decisão judicial mantém a extinção do mandato de Mariúva e permite que o processo de substituição siga adiante.

O que acontece agora?

A partir da decisão, a expectativa é que a Câmara Municipal dê sequência aos procedimentos necessários para a convocação de Adonias Fernandes.

A decisão desta quarta-feira não representa uma condenação nova contra Mariúva. O que está sendo discutido na Justiça é a validade do procedimento adotado pela Câmara para declarar a extinção do mandato diante da situação jurídica já existente.

O caso ainda pode ter novos desdobramentos judiciais, mas, neste momento, a liminar que poderia suspender a extinção do mandato foi negada e não há, nessa decisão, impedimento para a convocação do suplente.

A população agora acompanha os próximos passos dentro da Câmara, que poderá confirmar a convocação e, posteriormente, a posse de Adonias Fernandes para ocupar a cadeira deixada por Mariúva.

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