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Cidade Alta e região ganham unidade de saúde reformada e ampliada

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Moradores do bairro Cidade Alta comemoraram junto do prefeito José Carlos do Pátio e da secretária de Saúde, Ione Rodrigues, a reinauguração da unidade de saúde que foi ampliada e reformada e agora leva o nome do ESF Evaristo Mesquita Amâncio.

Com recursos próprios do município foi possível fazer uma verdadeira transformação na unidade que, segundo a secretária Ione Rodrigues, estava deteriorada e em condições insalubres de funcionamento. A obra incluiu toca de itens da parte elétrica, troca do telhado que estava causando infiltrações, reforma das portas, pintura interna e externa.

A unidade agora conta com cozinha, expurgo, abrigo de resíduos, entrada coberta e estacionamento e sistema de segurança renovado com colocação de serpentina e cerca elétrica. A sala de odontologia foi ampliada e com a nova estrutura tem capacidade para mais uma cadeira, possibilitando o aumento das consultas.

O prefeito José Carlos do Pátio lembrou que desde segunda-feira (06) está trabalhando na Secretaria de Saúde para fazer o possível e melhorar ainda mais a Saúde do município e aproveitou para anunciar que nos próximos dias vai entregar outra unidade reformada para a população e possivelmente o lançamento de novas obras com recursos dos programas Finisa e PAC do governo federal.

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Maria das Graças, filha do homenageado, afirmou estar muito agradecida pela homenagem feita ao pai dela, Evaristo. “Saber que hoje nossa família toda está recebendo essa homenagem ao meu pai, que partir há 17 anos, nos deixa muito honrada. Muito feliz por saber que até hoje a memoria dele está no coração do prefeito e dos vereadores. Espero que seja eternamente”, declarou.

A entrega da ESF reformada contou com a participação de vereadores, do presidente do Sanear, Paulo José Correia, e de toda equipe da unidade.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Cidades

No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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