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Prefeito discursa na posse da nova Mesa Diretora da Assembleia

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Rondonópolis

Durante a posse da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (biênio 2025/2027), na manhã desta segunda-feira (3), em Cuiabá, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, foi convidado para falar na solenidade em nome de todos os prefeitos do Estado. Ele desejou boas-vindas ao novo presidente do Legislativo, o deputado Max Russi, enfatizando sua trajetória inspiradora a partir de uma pequena cidade do interior do Estado.

Em seu discurso, Cláudio Ferreira destacou as qualidades que capacitam Max Russi para o novo desafio. Nisso, ele lembrou da experiência ao chegar como deputado na Assembleia, em 2023, sendo abraçado por Max e constatando ser um líder que sempre trabalha pela conciliação. “Isso emanava do senhor, uma pessoa que tem a capacidade de promover a coesão e a conciliação. Esse é sim o papel de um mandatário”, avaliou.

“Ainda que o senhor tenha vindo de uma cidade pequena, tem mostrado essa capacidade e tem por meio dela ajudado o Estado a se desenvolver. Quero lhe desejar um mandato profícuo. Talento não escolhe lugar para nascer, é de Jaciara para o mundo! Se depender da sua capacidade, qualidade e humildade, tenho certeza que Mato Grosso vai continuar se desenvolvendo”, acrescentou o prefeito, que aproveitou para comentar que, enquanto parlamentar na Casa, teve a oportunidade de colaborar com a formação dessa Mesa Diretora e com conquistas para o Estado, como a CNH Social.

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Conforme Cláudio Ferreira, foi uma grande honra poder falar em nome de todos os demais prefeitos nessa importante solenidade, sendo a oportunidade de desejar que os trabalhos nesse novo biênio da Mesa Diretora sejam muito profícuos. Em entrevista à imprensa da capital, também falou de assuntos diversos, destacando que o período em que esteve como deputado na Casa o ajudou a amadurecer politicamente e a trabalhar pela conciliação. “Se estou performando melhor agora, isso se deve também a essa experiência que tive na Assembleia”, disse.

O prefeito falou para jornalistas da grandeza econômica de Rondonópolis, sendo a terceira maior cidade e a segunda maior economia do Estado, além da 17ª cidade que mais exporta no Brasil. “A cidade passou por um ciclo muito positivo no ambiente econômico com a chegada da Rumo, mas teremos novos desafios agora, especialmente por conta do nova reforma tributária e por Mato Grosso ter baixa densidade demográfica”, pontuou ele, avaliando que essa situação vai demandar dos mandatários muito planejamento e responsabilidade.

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Cláudio contou ainda à imprensa que encontrou a Prefeitura de Rondonópolis neste começo de ano com as finanças muito ruins, com oito meses sem fazer conciliação bancária, com as contas completamente bagunçadas, inclusive indícios de crimes de responsabilidade fiscal por parte da gestão anterior. “Ao seu tempo, isso vai ser levado às demais autoridades para que tomem as providências”, continuou ele, lembrando ainda de ter recebido uma saúde pública precarizada, escolas com graves problemas estruturais e falta de estrutura para manutenção dos espaços públicos.

NOVA MESA
Além de Max Russi, presidente, compõem a nova Mesa Diretora os deputados: Júlio Campos (1º vice-presidente), Gilberto Cattani (2º vice-presidente), Wilson Santos (3º vice-presidente), Dr. João (1º secretário), Paulo Araújo (2º secretário), Diego Guimarães (3° secretário), Elizeu Nascimento (4º secretário), Fábio Tardin – “Fabinho” (5º secretário) e Juca do Guaraná (6º secretário). A chapa “Parlamento Mais Forte”, encabeçada pelo deputado Max Russi, foi eleita em sessão plenária realizada no dia 7 de agosto de 2024.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Cidades

No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

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O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

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Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

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Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

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