Search
Close this search box.

Rondonópolis

Prefeitura e Incra entregam títulos de propriedade a famílias do Assentamento Carimã

Publicados

Rondonópolis

O prefeito José Carlos do Pátio realizou no domingo (13) a entrega de escrituras para os moradores do Assentamento Carimã.

Das 194 famílias que compõem o assentamento, 55 já haviam recebido suas escrituras em dezembro do passado. Agora, mais 31 famílias têm oficialmente a garantia de posse de seus terrenos.

Essa conquista é o resultado de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo, através do Departamento de Regularização Fundiária Rural, e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Durante a entrega o prefeito José Carlos do Pátio destacou a importância da titulação, não apenas como um documento legal, mas como um instrumento de cidadania, permitindo que os beneficiários busquem financiamentos para melhorar suas condições de moradia. “Nós precisamos fazer a titulação de todos”, afirmou o prefeito, ressaltando o impacto positivo que essa ação tem na vida das pessoas, proporcionando-lhes uma sensação de pertencimento e estabilidade.

Anderson Rocha, representante do Incra, expressou sua gratidão ao prefeito pela parceria fundamental que possibilitou essa entrega. “Entregamos a metade dos títulos e a maioria já está homologada. Nosso objetivo é finalizar a regularização do Assentamento Carimã em sua totalidade até agosto. Isso só é possível graças à parceria com a Prefeitura de Rondonópolis, que nos forneceu a estrutura, pessoal e recursos necessários para alcançar esse feito”, afirmou Anderson.

Leia Também:  Rondonópolis recebe campeonato estadual de xadrez nos dias 6, 7 e 8

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Cidades

No mês da conscientização da Escoliose, especialista alerta que atenção ao corpo é a melhor prevenção

Publicados

em

O Junho Verde é o mês internacional de conscientização da escoliose. A campanha tem o objetivo de alertar para a importância do diagnóstico precoce. De acordo com especialistas, a escoliose se desenvolve de forma sutil e, na grande maioria das vezes, não causa dor imediata. Em crianças, pais e educadores físicos devem prestar atenção à falta de simetria, principalmente em ombros, quadris e costelas.

 

Segundo o médico ortopedista e especialista em cirurgia de coluna, Felipe Rodrigues, a escoliose tem tratamento cirúrgico, mas este é limitado a poucos casos, pois não são todos os pacientes que têm indicação para cirurgia. “A maior indicação é a prevenção dessa escoliose. Desta forma, fica um alerta para os pais, para os professores na escola e para os educadores físicos, para observarem se há uma assimetria no ombro, no quadril ou uma costela mais saliente. E também o que chamamos de gibosidade, que é aquela paciente com uma corcundinha um pouco mais avantajada. Assim, esta criança tem a indicação para fazer um exame e acompanhamento médico no tempo de crescimento ósseo, que é a cada 6 meses com raio-X e outros exames”, explicou.

 

Além da prevenção e do reforço da conscientização do Junho Verde por meio das sociedades médicas, como a Sociedade Brasileira de Coluna (SBC) e a Sociedade de Escoliose, Felipe Rodrigues ressalta que ainda há uma ausência de participação a ser preenchida pelo setor público. “Sentimos um pouco de falta de um auxílio público por parte das prefeituras, de levar para as escolas esta conscientização, de ter esse acompanhamento, porque isso pode evitar casos mais graves. Se essa escoliose não for tratada e identificada corretamente com o passar do tempo, ela pode ficar muito grave, correndo risco até de vida”, destacou.

Leia Também:  Prefeito se reúne com moradores do Residencial Planalto e autoriza ações e obras para a região

 

Ainda neste ponto de uma maior participação da saúde pública municipal, o especialista explica que exames simples em épocas diferentes do ano escolar podem fazer a diferença quando falamos em prevenção. “É possível desenvolver um programa para que tenhamos esse acompanhamento, um olhar para as crianças em idade escolar. Por exemplo, toda vez que forem fazer uma matrícula, no começo do ano e no meio do ano, ou quando forem fazer a rematrícula numa escola, fazer uma avaliação, que é um exame muito simples: a criança vai ficar de pé, com um top para as meninas ou sem camiseta para os meninos, e eles vão fazer um exercício de flexão. Se aparecer essa gibosidade ou uma assimetria de ombros e quadril, a gente já pode pedir alguns exames e determinar se o paciente tem escoliose ou não”, explicou.

 

Por fim, o médico reforça que a escoliose é uma doença silenciosa, na maioria das vezes sem indicação cirúrgica. Mas, em caso de necessidade de intervenção cirúrgica, é um procedimento complexo. Para não chegarmos a esses casos extremos, com a prevenção, o acompanhamento de um especialista e exercícios, a qualidade de vida das pessoas com escoliose é melhorada consideravelmente.

Leia Também:  Município amplia convênio com Associação de Combate ao Câncer

 

Os três tipos de Escoliose:

 

Escoliose Idiopática: É um tipo de escoliose que vai progredindo e não possui uma causa definida. Ela se desenvolve conforme o crescimento ósseo da criança — sendo mais frequente em meninas a partir da menarca (primeira menstruação), por volta dos 10 a 11 anos de idade.

 

Escoliose Congênita: É aquela com a qual o indivíduo já nasce, decorrente de alguma malformação óssea na estrutura da coluna durante a gestação.

 

Escoliose do Adulto: Este tipo surge mais pelo desgaste natural do corpo. É mais comum em pacientes de idade mais avançada e vai se desenvolvendo com o passar do tempo.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA