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Além do Coliseu: conheça outros 5 anfiteatros históricos pelo mundo
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Reconhecidos por serem palco de espetáculos e combates entre gladiadores durante o Império Romano, os anfiteatros perduram como marcos arquitetônicos que ainda atraem milhares de visitantes todos os anos.
Para aqueles que procuram admirar estas imponentes arquiteturas e saber mais sobre o quotidiano e a cultura desta civilização antiga, a plataforma de reserva de ingressos TUI Musement compilou alguns dos anfiteatros mais populares do mundo:
1. Coliseu, Itália
O Anfiteatro Flaviano , uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, é uma das atrações mais emblemáticas de Roma . Construído no século I d.C., foi palco de inúmeros espetáculos, desde caçadas selvagens e combates entre gladiadores a reconstituições de batalhas navais. Para imergir totalmente na atmosfera da Roma Antiga, você pode, ainda, complementar esta visita com um passeio pelo Fórum Romano e pelo Monte Palatino , duas experiências imperdíveis. Veja roteiros e achados na Cidade Eterna.
2. Anfiteatro romano em Pompeia, Itália
A cidade de Pompeia foi tragicamente destruída e coberta por cinzas após a erupção do vulcão Vesúvio em 79 d.C.. Apesar da tragédia, o anfiteatro de Pompeia foi o único que resistiu até os dias de hoje. Além do anfiteatro, as termas e as vilas com pinturas da época proporcionam um vislumbre fascinante da vida cotidiana nesta antiga cidade romana.
3. Anfiteatro de Cápua, Itália
O Anfiteatro de Cápua destaca-se como um ponto de referência fundamental em qualquer visita histórica a estas arenas de gladiadores. Situado nos arredores de Nápoles , o monumento é famoso por ter sido o campo de treino do lendário gladiador Spartacus. Vale explorar os túneis e outras estruturas de forma detalhada, onde especialistas locais explicam como era a vida e os desafios dos gladiadores que lutaram nesta “Arena de Lendas”.
4. Anfiteatro de Pula , Croácia
Tal como o Coliseu de Roma , a Arena de Pula , construída durante o século I d.C., é o monumento romano mais bem preservado da Croácia . É, também, o único anfiteatro no mundo que ainda tem as suas quatro torres. Originalmente, era utilizado para combates de gladiadores e, mais tarde, como palco de torneios medievais. Atualmente, nas suas passagens subterrâneas, existe uma exposição sobre a produção de azeite e vinho na Ístria Antiga.

5. Arena de Nimes , França
O Afiteatro de Nimes é um dos mais bem preservados do mundo. Antigamente, era palco de jogos entre gladiadores e, posteriormente, tornou-se a fortaleza dos viscondes de Nimes durante a Idade Média. Hoje em dia, é palco de numerosos eventos e espetáculos, tendo sido restaurado no início do século XIX.
6. Anfiteatro de El Jem , Tunísia
Declarado Patrimônio Mundial em 1979, El Jem é um dos monumentos mais visitados da Tunísia . O anfiteatro pode acomodar mais de 30 mil pessoas, o que o torna um dos maiores do mundo. Os visitantes podem maravilhar-se com o excelente estado de preservação desta arena e das suas passagens subterrâneas, o que permite explorar este testemunho impressionante de grandeza do Império Romano.

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Fonte: Turismo
Curiosidades
Lago Paranoá: A moldura líquida da capital
Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.
Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.
No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”.
As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores.
Água, terra e pessoas
Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia.
“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…”
Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas.
Um lago de muitos propósitos
Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m.
Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital.
Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios.
Por que essa história importa?
nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.
Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.
vídeo YouTube página Tesouros do Brasil
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