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Bares de Chicago ganham decorações natalinas diferentonas

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Bares de Chicago ganham decorações natalinas diferentonas
DA REDAÇÃO

Bares de Chicago ganham decorações natalinas diferentonas

Alguns dos bares e restaurantes favoritos de Chicago transformaram temporariamente seus espaços para o fim do ano. Espere decorações extravagantes, coquetéis sazonais, especialidades gastronômicas festivas e muitas oportunidades de fotos em bares com temas natalinos em toda a cidade.

Santa Baby

Até 5 de janeiro

O Santa Baby no Bamboo Club, em Wrigleyville , apresenta uma decoração rica em cada centímetro de seu espaço, desde as luzes cintilantes do lado de fora até os tetos repletos de ornamentos brilhantes no interior. Os drinques de fim de ano são igualmente extravagantes, caso do “Merry Mojito”, do “Jingle Juice” e do chocolate quente com especiarias.

Bebida do Santa Baby Bar, Chicago, Estados Unidos
Bebida do Santa Baby Bar, que tem o teto forrado de decorações //Divulgação

Rudolph’s Rooftop

Até 28 de janeiro

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Localizado no 22º andar do LondonHouse Chicago , o pop-up sazonal Rudolph’s Rooftop tem bebidas quentes e frias, iglus aquecidos e aconchegantes, decoração natalina e cenários para tirar fotos. Sem mencionar as vistas deslumbrantes do Chicago River e da cidade ao redor, toda iluminada para as festas de fim de ano.

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Rudolph's Rooftop, Chicago, Estados Unidos
Rudolph’s Rooftop: drinques com prédios icônicos da cidade ao fundo //Divulgação

Jack Frost Christmas

Até 1º de janeiro

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Esse evento de inverno ao ar livre tem algo para todas as idades. A Jack Frost Christmas Pop-up , no Fulton Market , convida os visitantes a se divertirem com jogos, patinação no gelo, arremesso de machado, carrinhos de bate-bate, música, luzes e bebidas sazonais. Além disso, há muitas oportunidades de fotos divertidas espalhadas por todo o espaço decorado.

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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em

Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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