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Dia de Nossa Senhora Aparecida: veja o que fazer em Aparecida do Norte

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Basílica Santuário Nossa Senhora Aparecida
Reprodução/Facebook

Basílica Santuário Nossa Senhora Aparecida

Neste sábado (12), é comemorado o Dia de Nossa Senhora Aparecida , padroeira do Brasil. A santa brasileira é nacionalmente conhecida, angariando milhões de fiéis por todo o território brasileiro e tendo uma cidade no interior de São Paulo que possui um turismo voltado à sua imagem: o município  de Aparecida , ou popularmente conhecida como  Aparecida do Norte.

O turismo na cidade é voltado para o lado religioso, se concentrando principalmente em locais com a imagens católicas ou no Santuário Nacional, onde está a Basílica de Nossa Senhora. Mas o que fazer na cidade para aproveitar o dia? O  iG Turismo separou as melhores atrações para você visitar durante a passagem por Aparecida do Norte.

Basílica de Nossa Senhora Aparecida

Não tem como falar de Aparecida e não citar a Basílica de Nossa Senhora Aparecida . A área total da construção é maior que a igreja do Vaticano , para se ter uma ideia. No interior, sua arquitetura e design possui detalhes em todas as partes, com constantes restaurações.

Ela é aberta para visitação todos os dias do ano, com missas programadas quase todas as horas do dia. Caso não queira assistir à missa, os visitantes também podem aproveitar para conhecer a igreja e os arredores, com possibilidade de tour guiado. 

Nas mediações do Santuário há também locais a serem explorados, como parques de diversões, aquários, museus, locais de pagamento de promessas e lojas para a compra de objetos santificados.

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Passarela da Fé

Ainda no Santuário, os visitantes podem caminhar pela  Passarela da Fé, que é um dos pontos turísticos mais emblemático da cidade. A passarela possui cerca de 5 minutos de subida, saindo da  Basílica de Nossa Senhora Aparecida e terminando na  Basílica Histórica, popularmente conhecida como Basílica Velha . Lá, os visitantes também podem encontrar a  Galeria Recreio , que é uma espécie de mini shopping.

Muitos fiéis utilizam a  Passarela da Fé para pagar promessas, fazendo todo o caminho de joelho, por exemplo. 

Basílica Velha

Falando na  Basílica Velha , não podemos deixar de citar a igreja que é um dos maiores pontos de peregrinação. A igreja foi construída em 1834 e possui missas diárias, como aconteceu no Basílica Nova .

Segundo a história, após a imagem ser encontrada no rio e com a pesca milagrosa, ela foi levada para a casa de um dos pescadores, Felipe Pedroso. Ela teria feito diversos milagres e sua fama começou a crescer, levando a construção de uma pequena capela e sendo substituída por uma maior em 1734. Em 1834, finalmente, ela foi levada à  Basílica Histórica.

Caminho do Rosário em Aparecida

Uma opção para quem quer conhecer mais o Santuário é o  Caminho do Rosário. A trilha liga a Cidade do Romeiro ao Porto Itaguaçu , e conta a história da vida de Jesus Cristo. Além disso, ele retrata em 20 imagens os Mistérios do Rosário.

Porto Itaguaçu

Caminho do Rosário  termina no  Porto Itaguaçu, localizado às margens do Rio Paraíba do Sul. o rio é descrito como o local em que foi encontrada a imagem original de Nossa Senhora Aparecida, em 1717.

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Centro de Apoio ao Romeiro

Para os que estão perto da  Basílica , uma ótima opção para visita é o  Centro de Apoio ao Romeiro (CAR) . O local é descrito como um acolhimento aos visitantes, contando com lojas, praça de alimentação e pontos de diversão.

Ele fica diretamente ligado ao Santuário por um caminho coberto que atravessa o espaço do estacionamento.

Morro do Cruzeiro

Morro do Cruzeiro é conhecido por ser o local em que o bondinho de Aparecida desembarca. Em seu topo, fica a  Torre do Mirante , que possibilita uma visão geral sobre o Santuário e a cidade. O bondinho tem seu embarque em frete a  Basílica e leva cerca de 10 minutos para subir.

Além do bondinho, os mais aventureiros podem subir o local a pé. São cerca de 15 minutos andando, com um percurso de 800 metros com pontos ingrimes.

Morro do Presépio de Aparecida

Também localizado no  Santuário Nacional de Aparecida , o  Morro do Presépio é um local de caminhada e meio a história do nascimento de Jesus. São mais de 70 esculturas em 7 mil m².

Os visitantes costumam subir nele para aproveitar a vista e tirar fotos da  Basílica

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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