Search
Close this search box.

Turismo

Duas cidades brasileiras estão entre as mais buscadas no mundo para o verão

Publicados

Turismo

Florianópolis ficou em 4ª lugar
Pixabay

Florianópolis ficou em 4ª lugar

Florianópolis e a cidade do Rio de Janeiro estão entre os 10 destinos mais procurados pelos turistas no mundo para a temporada de verão de 2025, entre os meses de janeiro e março. O levantamento realizado pela plataforma Booking, uma das maiores empresas de reservas de hotéis, revela que Dubai, no Emirados Árabes Unidos, está no topo da lista entre os 10 destinos mais buscados pelos turistas .

Segundo o levantamento, Florianópolis ficou em quarto lugar no ranking mundial, com um crescimento de 107% nas buscas em relação ao mesmo período do ano anterior. A capital catarinense ficou à frente de grandes centros turísticos, entre eles Tóquio e Roma.


A “Cidade Maravilhosa” ficou em 7º lugar, segundo a plataforma Booking. A cidade do Rio de Janeiro registrou aumento de 102% nas buscas quando comparado ao verão de 2024. A capital carioca ficou à frente de Barcelona e Nova York.

Confira os 10 destinos mais buscados pelos turistas

1) Dubai, Emirados Árabes Unidos
2) Paris, França
3) Londres, Reino Unido
4) Florianópolis, Santa Catarina
5) Tóquio, Japão
6) Roma, Itália
7) Rio de Janeiro, Rio de Janeiro
8) Barcelona, Espanha
9) Bangkok, Tailândia
10) Nova York, Estados Unidos

Leia Também:  Suíça: 10 motivos para incluir Genebra no seu roteiro

Aumento de voos para Florianópolis

Para atender a grande procura pelo Rio de Janeiro e Florianópolis, as companhias aéreas estão ampliando a oferta de voos no verão para as duas cidades. Por exemplo, a brasileira Gol vai aumentar em 22% a oferta de assentos entre a Argentina e Florianópolis. Segundo a companhia, serão mais de 127 mil assentos internacionais disponíveis em 680 operações, as mais robustas já realizadas por qualquer companhia aérea no estado.

A Azul terá entre os meses de dezembro e março de 2025 voos diretos de Assunção para Florianópolis. Essa rota foi criada para atender a demanda de turistas do Paraguai que desejam viajar no verão para o litoral de Santa Catarina. Os voos serão operados até 5 de março sempre às quartas-feirase domingos.

A capital carioca ficou entre as 10
Pixabay

A capital carioca ficou entre as 10


Rio de Janeiro

Segundo a SKY, companhia aérea de baixo custo, o Rio de Janeiro e Florianópolis são as cidades com maior procura pelos turistas da América do Sul. No verão serão transportados entre o Rio de Janeiro e Santiago 109 mil passageiros em 600 trajetos. Nos voos entre Santiago e a capital chilena serão cerca de 600 trajetos com 102 mil passageiros transportados.

Leia Também:  A África é logo ali: conheça a Praia do Seixas, em João Pessoa

Fonte: Turismo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Curiosidades

Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

Publicados

em

Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

Leia Também:  Primavera dos Museus ocorre em mais de 900 instituições pelo Brasil

Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

Leia Também:  Frio na barriga por aventura ou medo? Entenda o motivo

Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

POLÍTICA

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA