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Hopi Hari celebra 25 anos com shows de Jota Quest e Joelma; confira detalhes

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Joelma e Jota Quest são atrações do 'Celebration Party'
Reprodução Hopi Hari/ Instagram

Joelma e Jota Quest são atrações do ‘Celebration Party’

Chegou a hora em que o  País Mais Divertido do Mundo vai celebrar os 25 anos. Por isso, o fim de semana conta com uma programação especial no Hopi Hari, que, além das atrações já conhecidas, terá shows com a cantora e compositora Joelma, e com a banda Jota Quest. 


Os primeiros a celebrarem o aniversário do parque temático são os integrantes do Jota Quest, que se apresentam neste sábado (30). Os musicistas Márcio Buzelin (teclados), PJ (baixo), Marco Túlio (guitarra), Paulinho Fonseca (bateria) e Rogério Flausino (vocal) resgatarão hits que marcaram gerações.


Já  Joelma traz consigo toda animação e carisma que a consolidaram na indústria fonográfica. A loira sobe ao palco no domingo (1º), com um show piromusical que se difere das outras apresentações feitas pela artista em outras ocasiões.


Além da programação musical, o Hopi Hari terá atrações exclusivas. Antes do show de Joelma, por exemplo, o parque promoverá uma corrida de cinco quilômetros para comemorar o aniversário de 25 anos. A largada será dada logo pela manhã do primeiro dia de dezembro.

Como comprar os ingressos?

Basta acessar o  site oficial e efetuar o pagamento. A corrida especial de aniversário já está esgotada, mas os shows de Jota Quest e de Joelma ainda podem ser comprados. Então, não perca tempo e garanta seu lugar nas comemorações de 25 anos do País Mais Divertido do Mundo. 

Serviço:

25 anos do Hopi Hari
Data: 30 de Novembro e 01 de Dezembro
Ingressos e informações:  hopihari.com.br/calendario ou (11) 4210-4000

Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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