Turismo
Hopi Hari celebra 25 anos como líder entre os parques de diversão de São Paulo
Turismo

O Hopi Hari completa 25 anos de atividades em 2024. O País Mais Divertido do Mundo, que já ostentava o título de quarto parque mais visitado da América Latina, agora se consagra como o líder entre os parques de diversão do estado de São Paulo.
Segundo dados da 23ª Pesquisa Top of Mind IPESO, o Hopi Hari assume o primeiro lugar como atração mais visitada, com 43,9%. A diferença com o segundo colocado, o Beto Carrero World, é de 26 pontos percentuais.
Como foi realizada?
A pesquisa teve uma amostra de 614 pessoas. De acordo com a “Top of Mind IPESO”, a margem de erro é de 4%. Já o nível de confiança chega a 95%. A coleta ocorreu em São Paulo, em agosto deste ano. Playcenter, Parque da Mônica, Vitinho Park, Gorlião e Cidade da Criança também foram avaliados.
Dia especial aos pequenos
Líder entre os parques de diversão em São Paulo, o Hopi Hari preparou uma programação especial para as crianças. No próximo sábado (12), Dia das Crianças e de Nossa Senhora Aparecida, o público infantil terá entrada gratuita no País Mais Divertido do Mundo. Além disso, o parque manterá a tradicional “Hora do Horror”, maior evento de terror da América Latina.
Reforma
Situado na Rodovia dos Bandeirantes, região de Vinhedo em São Paulo, o Hopi Hari está reformando o Gran Palaz, na Kapital Aribabiba. A reestruturação vai desde os mecanismos tecnológicos de ponta até à arquitetura da área temática,
“Estamos muito animados em compartilhar os primeiros detalhes da tematização do Gran Palaz com vocês. A ideia de Aribabiba ser uma cidade retrô vem desde antes do Hopi Hari ser Hopi Hari”, explica o designer de projetos especiais Bruno Soares.
O que vem por aí?
Em novembro, a Hora do Horror se despede da programação e dá lugar ao Celebration, temporada que comemora os 25 anos do Hopi Hari. Para celebrar o aniversário do País Mais Divertido do Mundo, artistas como Joelma e Jota Quest irão se apresentar.
Fonte: Turismo
Curiosidades
Lago Paranoá: A moldura líquida da capital
Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.
Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.
No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”.
As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores.
Água, terra e pessoas
Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia.
“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…”
Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas.
Um lago de muitos propósitos
Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m.
Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital.
Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios.
Por que essa história importa?
nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.
Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.
vídeo YouTube página Tesouros do Brasil
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