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Hotel em Roma cria suíte em homenagem a Sophia Loren e valor impressiona; veja

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Essa é a primeira suíte do mundo dedicada à atriz italiana
Divulgação

Essa é a primeira suíte do mundo dedicada à atriz italiana

Um  hotel de luxo em Roma, na Itália, anunciou que fará uma homenagem à atriz italiana Sophia Loren. Para comemorar o 90º aniversário da estrela do cinema, o  Anantara Palazzo Naiadi Roma criou a primeira hospedagem dedicada à artista, a  Suíte Sophia Loren , com tarifas que custam a partir de 10.000 € por noite.

A atriz ficou conhecida por seus filmes em Hollywood, sendo uma grande influência na moda e na cultura, sempre ressaltando seu estilo sofisticado e personalidade cativante a transformaram em um símbolo do glamour de Hollywood. Ela era uma assídua hospede do hotel, o que motivou a criação da suíte em sua homenagem.

Segundo o Anantara Palazzo Naiadi Roma, foram meses para a criação da suíte, que contou com a ajuda do filho da atriz, Edoardo Ponti. A hospedagem conta com diversos hábitos da artista, além de refletir as alegrias e paixões da estrela. Alguns dos objetos utilizados para construir essa atmosfera estão a disponibilidade das flores favoritas (rosas-brancas), livros e fotos de Pozzuoli, sua amada cidade natal. 

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Além disso, a hospedagem conta com um espaço para cuidados de belezas, com os cosméticos favoritos de Sophia, um local voltado para o cinema com os filmes mais icônicos da carreira da atriz, além de uma playlist com suas músicas favoritas e fotos de família nas paredes. Os hóspedes também possuem acesso a uma seleção de biografias e livros de autoria da atriz, tudo em uma pequena biblioteca. Até o cheiro do quarto é uma homenagem, sendo ele perfumado com a fragrância favorita da artista.

Ao que optarem por se hospedar na suíte, poderão se desfrutar de café servido ao estilo habitual dela, com as comidas favoritas da atriz que são preparadas sob solicitação pelo chef do hotel utilizando receitas dos próprios livros da atriz. Alguns dos livros consultados são: “Receitas e Memórias” e “Na Cozinha com Amor”. Ao final da estadia, os hóspedes ainda recebem um presente feito em parceria com Edoardo.

O filho afirma que ela sempre gostou de se hospedar no hotel e afirma: “Ela conhece cada canto, mas gosta especialmente desta suíte, onde, em muitas ocasiões, ela olhou para a Piazza della Repubblica com a Fonte das Náiades e além, em direção à Basílica de Santa Maria degli Angeli e dei Martiri. Esta suíte parece sua casa romana, e esperamos que os hóspedes que escolherem ficar aqui sintam o mesmo.”

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Fonte: Turismo

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Lago Paranoá: A moldura líquida da capital

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Quando se pensa em Brasília, é quase impossível não visualizar o brilho tranquilo de um espelho d’água abraçando a cidade: o Lago Paranoá. Mas nem sempre ele esteve ali — na verdade, seu “certificado de nascimento” só ocorreu no século XX.

Em meados da década de 1890, o botânico francês Auguste François Marie Glaziou, integrante da Missão Cruls, identificou no vale do rio Paranoá um amplo “vasto vale banhado pelos rios Torto, Bananal, Gama…” e sugeriu que ali poderia se formar um lago se a água fosse represada.

No edital que selecionou o plano urbanístico de Lúcio Costa para a nova capital, já estava prevista a constituição desse grande reservatório: “lagoa… nível das águas seria a cota de 1000 metros acima do nível do mar”. 

As obras da barragem, realizadas em 1957, deram curso à concretização deste plano. O lago foi artificialmente formado para atender mais de um propósito: aumentar a umidade da região ainda muito seca, servir como elemento estético da capital e fornecer lazer aos moradores. 

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Água, terra e pessoas

Por trás desse espelho d’água está uma história humana marcada por trabalhadores, vilas provisórias e transformações. Em 1957–59 surgiu a Vila Paranoá (também chamada Vila Amaury) que abrigava operários, famílias inteiras e todos os serviços que uma comunidade de construção exigia. 

“Fundada em 1957, a Vila Paranoá abrigou grande parte dos trabalhadores que ergueram a capital federal… Localizada entre o Lago Sul e o Lago Norte…” 

Quando o nível das águas começou a subir com o represamento, muitas dessas famílias foram removidas; as lembranças daquelas ruas de terra, dos bares, das casas de madeira, foram pouco a pouco encobertas – mas não apagadas. 

Um lago de muitos propósitos

Hoje, o Lago Paranoá tem cerca de 48 km² de área, perímetro de aproximadamente 80 km, e profundidade que pode chegar a 38 m. 

Ele se transformou em palco de esportes aquáticos, lazer, eventos de vela, caiaque, pesca amadora — além de servir como importante componente ambiental e paisagístico da capital. 

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Porém, também carrega tensões: o uso urbano, a colonização das margens, o acesso público e as cargas ambientais se tornaram desafios. 

Por que essa história importa?

nós, da WebTV, olhar para o Lago Paranoá é mais que mapa turístico: é mergulhar na memória de Brasília — de trabalhadores que edificaram a cidade, de sinais do passado que resistem sob as águas, de um lago que transita entre o uso comum e o reservado, entre o lazer e o ambiente.

Quando você avistar o reflexo alaranjado do pôr-do-sol sobre a água calma, lembre-se: ali está condensada a ambição de uma cidade nova, o suor de quem veio de longe e o desafio de manter público aquilo que foi feito para todos.

vídeo YouTube página Tesouros do Brasil

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