Agronegócio
49°Exposul: inicia neste sábado a vendas de passaportes
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A partir deste sábado (08/04), será aberta a venda dos passaportes para a 49ª Exposul, que dará o direito de curtir na Arena João Potero os cinco shows nacionais deste ano, com o valor do primeiro lote comercializado por R$ 220,00. Além das atrações musicais, o público terá uma novidade, o palco 360°, que possibilitou o aumento da área de pista em 40%.
Com o passaporte garantido, só restará esperar a chega do mês de agosto e a Exposul com Gusttavo Lima (09/08), Murilo Huff (10/08), Bruno & Marrone (11/08), e no último dia Felipe & Rodrigo e Hugo & Guilherme (12/08).
Para facilitar a aquisição dos passaportes para a família toda, a diretoria do Sindicato dos Produtores Rurais de Rondonópolis, mais uma vez disponibilizou o parcelamento em três vezes no cartão, além do pagamento via pix. “Nossa grade de shows sempre foi um diferencial, e este ano não foi diferente, com o que há de melhor disponível. E aliado a isso, buscamos facilitar a aquisição dos passaportes na forma de pagamento para que todos tenham a oportunidade de participar da festa”, explicou a gerente sindical, Fabrizia Hinrichsen.
A entrada para uma única noite custará o valor de R$ 200,00 (inteira) e a meia entrada R$ 100,00. Pontos de vendas: Rancho Country, Padaria Vip, West Country, TXC Shopping, Bandeirantes Calçados e pelo site Guichê Web.
Agronegócio
Rondonópolis e o Agro: o Coração Produtivo que Nem Sempre Entra no Radar dos Rankings
Quando se fala em agronegócio no Brasil, a imagem que vem à mente de muitos é a de vastos campos de soja e milho, tratores no amanhecer e caminhões carregados rumando aos portos. Em Mato Grosso, esse cenário é ainda mais forte: o estado abriga 36 dos 100 municípios mais ricos do agronegócio brasileiro, segundo levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária com base nos dados da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE.
No topo desse ranking nacional estão cidades como Sorriso, Sapezal e Campo Novo do Parecis, todas no interior de Mato Grosso. Sorriso, por exemplo, lidera com folga o valor da produção agrícola — impulsionada principalmente pela soja — e é considerada por muitos a “capital nacional do agronegócio”.
Mas e Rondonópolis? A cidade que carrega o brasão do agronegócio em sua economia não aparece na lista dos 100 municípios mais ricos em produção agrícola no Brasil.
Uma economia que pulsa além dos campos
O fato de não figurar no ranking oficial pode surpreender quem vive e respira a rotina produtiva do município. Rondonópolis é um dos principais polos de apoio logístico ao agronegócio no Centro-Oeste brasileiro, ponto estratégico de escoamento de grãos e insumos, e um dos maiores exportadores do estado.
Dados mostram que o município segue gerando emprego e renda em diversas frentes, embora a agropecuária — isoladamente — não domine a balança de criação de postos de trabalho como em outras cidades do interior.
O ex vereador Reginaldo Santos, crítico à ausência de Rondonópolis no ranking, aponta que esse cenário pode resultar de critérios específicos usados pelo IBGE para medir a produção agrícola municipal. Ele defende que a cidade tem força econômica suficiente para merecer destaque e alerta para a importância de uma imagem positiva para atrair investimentos.
Mais do que números: o papel humano do agro em Rondonópolis
Para os moradores, produtores e trabalhadores rurais, a presença do agronegócio vai além de estatísticas: ela molda histórias de vida, sustenta famílias e impulsiona negócios locais. Do pequeno produtor que colhe sua primeira safra ao caminhoneiro que cruza rodovias estaduais carregando soja, o setor está no dia a dia de muita gente.
Agronegócio, aqui, não é apenas um título econômico — é carne, é coragem e é identidade.
O que diz o ranking do agro
O levantamento do Ministério da Agricultura considerou o valor da produção agrícola municipal, resultado da soma de 70 produtos das lavouras temporárias e permanentes. Os municípios que lideram essa lista são responsáveis por uma parte significativa da economia agro do país, com destaque para a soja, que representa cerca de 42,8% do valor total produzido.
Mesmo fora desse “Top 100”, Rondonópolis segue sendo um ator importante na cadeia produtiva: seus esforços logísticos, industriais e de apoio ao campo fortalecem toda a economia mato-grossense. O agronegócio por aqui é feito de chão batido, rodas de caminhão na madrugada e sonhos que desabrocham na colheita — muito além de um número num ranking.






