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Eleições 2026

Apoio político fortalece projeto de Paulo José e acende disputa por vaga federal em MT

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Nos bastidores da política mato-grossense, movimentos silenciosos costumam dizer mais do que discursos públicos. E foi justamente nesse clima de articulação que o nome de Paulo José Correia ganhou novo fôlego ao confirmar sua filiação ao Partido Progressista (PP), com vistas a uma pré-candidatura a deputado federal.

 

A decisão não veio isolada. Teve peso, influência e, principalmente, o aval de uma das principais lideranças políticas do estado: o ex-governador Mauro Mendes.
A aproximação entre os dois não é recente. Ao longo dos últimos anos, eles dividiram agendas, projetos e, sobretudo, estratégias que conectaram o Governo do Estado com a realidade de Rondonópolis.

Paulo José, que já ocupou cargos importantes como secretário de Habitação, chefe do escritório de representação em Brasília e presidente do Sanear, construiu uma trajetória marcada por atuação técnica e articulação política. Essa experiência, segundo aliados, foi determinante para consolidar a confiança de Mauro Mendes.

Mesmo quando estavam em partidos diferentes, o diálogo entre ambos se manteve aberto. Dessa relação surgiram obras que hoje fazem parte do cotidiano da população, como a pavimentação de distritos industriais, a ponte da W-11 e o anel viário — intervenções que ajudaram a redesenhar a infraestrutura urbana e logística da cidade.

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Em declaração recente, Paulo José destacou que a relação com Mendes ultrapassa a política. “Nasceu um respeito mútuo e uma amizade saudável. Ele me convidou para integrar seu grupo político, apoiando a reeleição do governador Otaviano Pivetta, e hoje é um dos maiores incentivadores da minha pré-candidatura,” afirmou.

Nos bastidores, uma conversa decisiva aconteceu na véspera do prazo final de filiações partidárias. Segundo relatos, Mauro Mendes relembrou a contribuição de Paulo José em iniciativas habitacionais, especialmente no intercâmbio de experiências que ajudaram a fortalecer o programa “Ser Habitação.”  A vivência acumulada em projetos que resultaram em mais de 30 mil moradias em Rondonópolis foi citada como exemplo prático de gestão.

Agora, com o cenário político começando a ganhar forma, Mauro Mendes — que também se movimenta como pré-candidato ao Senado — sinaliza uma possível “dobradinha” com Paulo José. A estratégia, segundo ele, pode ampliar a representatividade de Mato Grosso em Brasília.

“Temos experiência e disposição para fazer os enfrentamentos que a população espera,” pontuou o ex-governador.

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Enquanto isso, nos corredores políticos e nas ruas, o nome de Paulo José passa a circular com mais. Em um cenário ainda em construção, alianças como essa ajudam a desenhar não apenas candidaturas, mas também o peso que cada grupo pretende ter no futuro político do estado.

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Penduricalhos: o que mudou nos salários de juízes e promotores no Brasil?

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Tem um assunto que voltou com tudo nos bastidores — e que mexe direto com o bolso do brasileiro:

os chamados “penduricalhos” do Judiciário e do Ministério Público.

Mas calma… antes de qualquer opinião, vamos explicar o que está acontecendo de verdade.

O que são esses “penduricalhos”?

No linguajar popular, “penduricalho” virou o nome de:

  • auxílios
  • gratificações
  • indenizações
  • benefícios extras

Ou seja: dinheiro além do salário base.

Na prática, são valores que entram no contracheque, mas muitas vezes são classificados como “indenização” — e por isso ficam fora do teto constitucional. 

 Esse teto hoje gira em torno de R$ 46 mil, que é o salário de um ministro do STF.

O que mudou agora em 2026?

Depois de decisões do Supremo Tribunal Federal, dois órgãos importantes entraram em ação:

Eles aprovaram uma nova regulamentação nacional para esses pagamentos.
 A regra começa a valer já nas folhas de pagamento de 2026.

Na prática: o que a nova regra diz?

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A ideia vendida é:

“organizar,” “padronizar” e “dar transparência”.

Mas olha como funciona de verdade:

 1. Criou limite… mas ainda permite extras, os benefícios extras agora têm um teto de até 35% do salário Só que ainda existe outro adicional:

35% por tempo de serviço (quinquênio)

 Resultado possível:

 Um juiz pode chegar a até R$ 78 mil por mês 2. Alguns “penduricalhos” foram cortados

A nova regra extingue vários benefícios, como:

  • auxílio combustível
  • auxílio natalino
  • licença compensatória automática
  • auxílio educação automático

Esses foram incorporados ou eliminados.

3. Mas outros continuam (e são oficiais)

A regulamentação mantém vários pagamentos, como:

  • auxílio saúde
  • diárias de viagem
  • indenização por férias não tiradas
  • gratificação por acúmulo de função
  • adicional por tempo de carreira

 Agora tudo isso está legalizado e padronizado. 

Traduzindo pro povo entender

Antes:

  • tinha muito benefício espalhado
  • cada tribunal fazia do seu jeito
  • muita coisa parecia “por fora”

 Agora:

  • tudo virou regra nacional
  • continua existindo
  • só que com nome, limite e padrão
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Em outras palavras: 

 não acabou… foi organizado o ponto polêmico

Aqui entra o debate que tá pegando fogo:

 Para alguns:

  • agora tem mais transparência
  • acabou a bagunça

 Para outros:

  • os benefícios continuam
  • só foram “oficializados”
  • e ainda permitem salários bem acima do teto

Inclusive, críticos dizem que:

 o que antes era chamado de “excesso” agora virou “direito reconhecido” 

E o impacto no bolso público?

Esse é o ponto mais sensível.

Dados recentes mostram:

  • bilhões pagos acima do teto nos últimos anos
  • grande parte da carreira recebendo acima do limite

 E com a nova regra:

  • o controle aumenta
  • mas o custo continua alto

Nossa  Conclusão: 

No fim das contas, o que aconteceu foi o seguinte:

 O governo não acabou com os penduricalhos Também não liberou geral no entanto, o que fizeram foi:

colocar regra, limite e padronização

Mas a discussão continua:

  • é privilégio?
  • é direito?
  • é necessário pra função?

 Essa resposta não vem só da lei…

vem da sociedade.

 

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