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Câmara aprova projeto que beneficia população de baixa renda
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O programa Minha Casa, Minha Viida (MCMV), relançado oficialmente em Rondonópolis pelo Governo Lula, no dia 03 deste mês, quando entregou 1.440 apartamentos do Residencial Celina Bezerra começa a ganhar robustez.
A Câmara de vereadores aprovou em Sessão Ordinária, realizada na última quarta-feira (15), a abertura
de crédito especial no valor de até R$ 10.486.000,00 destinado a parte de pagamento de duas áreas adquiridas pelo município que deverão ser loteadas com a finalidade de beneficiar famílias de baixa renda e que não tenham moradia própria.
O município adquiriu as duas áreas ainda no passado, com a autorização Câmara. Uma delas com 36,2287 e a outra, com 44.064,1 hectares, estão localizadas na região do bairro Alfredo de Castro.
“A expectativa é que a partir de agora, com a retomada do Programa Habitacional do Governo Lula, as famílias de baixa renda sejam contempladas em sua plenitude com direito à moradia, pois ficamos por quatro anos esquecidos pelo Governo Federal anterior, que nada investiu no setor da habitação”, comentou o vereador Júnior Mendonça (PT), que destacou ainda que os últimos projetos sociais de moradia implantados em Rondonópolis, através da prefeitura, não atenderam todas as necessidades das famílias alojadas.
Os últimos loteamentos adquiridos pelo município, foram entregues às famílias sem nenhuma infraestrutura – água encanada, coleta de esgoto, pavimentação asfáltica, alguns inclusive sem acesso às linhas do transporte coletivo e coleta de lixo-.
“Desta vez vai ser diferente, pois o Programa Minha Casa, Minha Vida, já inclui toda a infraestrutura necessária para que as famílias possam morar e viver com dignidade”, pontuou Mendonça.
Atualmente Rondonópolis apresenta um déficit habitacional em torno de vinte mil famílias, número que deve sofrer uma redução drástica, e até zerar, diante da proposta do governo federal. Lula pretende, até 2.026, construir mais dois milhões de moradias para a população de baixa renda do país.
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Passagem a R$ 2 muda rotina de quem depende do ônibus em Rondonópolis
A manhã desta quarta-feira (06) começou diferente para milhares de trabalhadores, estudantes e famílias de Rondonópolis. No bolso, a mudança já começa a fazer efeito: a tarifa do transporte coletivo agora custa R$ 2,00 — valor fixo e permanente.
O anúncio foi feito pelo prefeito Cláudio Ferreira durante a inauguração do primeiro terminal de ônibus da história da cidade, um marco que simboliza não apenas avanço estrutural, mas também uma virada no acesso ao transporte público.
Mais do que números, a redução mexe diretamente com a vida de quem depende do ônibus todos os dias. Para quem utiliza o serviço duas vezes por dia, a economia mensal pode ultrapassar R$ 80, se comparado ao valor praticado no início da atual gestão.
Uma queda que chama atenção
A tarifa vem passando por uma sequência de reduções:
- Início da gestão: R$ 4,10
- Primeira redução: R$ 3,00
- Valor atual: R$ 2,00
Na prática, o custo caiu para menos da metade do que era cobrado anteriormente.
Mais do que tarifa: estrutura
A redução não veio sozinha. Junto dela, a Prefeitura entregou um novo terminal de transporte coletivo — moderno, climatizado e com uma estrutura inédita para o município.
Para muitos usuários, a mudança representa mais do que economia: significa dignidade no deslocamento diário.
Impacto direto na cidade
A iniciativa faz parte de um pacote de ações voltadas à mobilidade urbana, colocando Rondonópolis em evidência quando o assunto é transporte acessível.
Num cenário onde o custo de vida pressiona cada vez mais, pagar menos para se locomover pode ser o detalhe que faz diferença no fim do mês — e na qualidade de vida.